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Política

Governador deixa brecha para empresários do ramo alimentício

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em

Governador deixa brecha para empresários do ramo alimentício

Por Marina Roveda

 

A instabilidade gerada pela paralisação de comércio e indústrias para tentar conter o avanço do coronavírus (Covid-19) no país vem deixando os trabalhadores receosos. No Brasil, a estimativa é que mais de 600 mil pessoas podem ter sido demitidas de bares e restaurantes de acordo com projeção da Abrabar (Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas).

Pesquisas mostram que mais de 85% das demissões de bares e restaurantes do estado de São Paulo no mês de março são resultantes do Decreto publicado pelo governador João Doria, no qual suspende o atendimento presencial ao público em estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços, como também proíbe o consumo local em bares, restaurantes, padarias e supermercados.

Diante deste fato, nós, do Diário de São Paulo, publicamos uma matéria na qual questionamos o funcionamento do Restaurante do Palácio dos Bandeirantes e, obtivemos como resposta:

 

“O Palácio dos Bandeirantes não tem restaurantes comerciais, estes sim proibidos por decreto de atendimento presencial e consumo no local até o dia 7. O refeitório atende profissionais que atuam na sede do Governo do Estado, assim como acontece em fábricas que mantém atividades. Como centro do gerenciamento da crise, o núcleo do Governo mantém um quadro reduzido de funcionários com funções essenciais para a preservação da saúde e da vida de 46 milhões de brasileiros neste momento. Para evitar aglomerações e seguir recomendações de órgãos de saúde, o volume de refeições servidas foi reduzido em 50% e 30% das mesas foram retiradas do salão – as que sobraram só atendem uma pessoa por vez. As refeições são servidas apenas por atendentes com luvas e máscaras.”

 

Ao questionarmos sobre a administração, o público frequentado, a diferenciação do restaurante do Palácio com os demais que tiveram suas atividades suspensas, a comercialização e consumação de refeições no local e sobre a possibilidade de os restaurantes paulistas retomarem suas atividades se reduzirem o volume de suas refeições em 50% e retirar 30% de suas mesas, recebemos a singela resposta:

 

“Reafirmamos que o espaço é um refeitório, que tem como objetivo fundamental alimentar os funcionários do Palácio dos Bandeirantes, que neste momento atuam no local para gestão da crise provocada pela disseminação do coronavírus. Autoridades – como prefeitos, secretários e demais gestores públicos – e profissionais, como jornalistas, que venham à sede do Governo de São Paulo a trabalho também podem se alimentar no local, que atualmente está funcionando em regime excepcional. Para evitar aglomerações e seguir recomendações de órgãos de saúde, o volume de refeições servidas foi reduzido em 50% e 30% das mesas foram retiradas do salão – as que sobraram só atendem uma pessoa por vez. As refeições são servidas apenas por atendentes com luvas e máscara.”

 

Abrimos um parêntese para afirmar que, o local não é um refeitório e sim um restaurante terceirizado. Uma simples busca na internet mostra sites de avaliações com “check in” no referido “refeitório”.

Por não termos respostas sobre a distinção sobre o Restaurante do Palácio dos Bandeirantes com os demais proibidos no decreto, vemos uma brecha para aqueles empresários que ficaram a ver navios diante do posicionamento do governador João Doria.

Diante as singelas respostas enviadas pela SECOM, fica subentendido que se o restaurante seguir as cautelas citadas acima (redução de mesas e refeições, cuidados com a higiene e atendimento), poderá retomar suas atividades.

 

 

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