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Dia a Dia

Goleiro da seleção Gylmar dos Santos Neves foi despachante da ditadura militar em São Paulo, diz ex-deputado

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O goleiro bicampeão mundial pela seleção brasileira de futebol, Gylmar dos Santos Neves, trabalhou como despachante para a ditadura militar, segundo relato do ex-deputado estadual e presidente da Comissão da Verdade de São Paulo, Adriano Diogo.

A revelação foi feita pelo jornalista Juca Kfouri e confirmada ao g1 por Diogo.

Estudante de Geologia na USP e participante do movimento estudantil, Adriano Diogo foi preso pela Operação Bandeirantes (Oban) em 1973, quando tinha 23 anos.

Durante o período de 90 dias que ficou detido no Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), na Rua Tutoia, na Zona Sul da capital paulista, Diogo afirma que viu Gylmar dos Santos Neves andando diversas vezes pelos corredores onde os presos políticos eram mantidos e torturados.

“Via andando por ali pra lá e pra cá. Aí os carcereiros falavam: ‘esse cara é o queridinho dos ‘homi’. Ele acerta qualquer documento. Traz Opala pra vender, traz Veraneio. Qualquer carro que é roubado de vocês, ele legaliza e passa para os milicos’”, conta Diogo.

 

Adriano Diogo em sessão da Comissão da Verdade na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), em 2013.  — Foto: Roberto Navarro/Alesp

Adriano Diogo em sessão da Comissão da Verdade na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), em 2013. — Foto: Roberto Navarro/Alesp

O ex-deputado afirma que seu pai era fã de Gylmar dos Santos Neves, tendo acompanhado sua carreira desde o começo.

“Como meu pai adorava o Gylmar, eu gostava de futebol, eu logo reconheci. Era o cara da Seleção Brasileira lá no DOI-Codi. Parecia que ele trabalhava lá, de tanto que ele ia”, diz.

Gylmar é considerado um dos maiores goleiros brasileiros. Passou por clubes como Santos e Corinthians, e ganhou a Copa do Mundo pela Seleção nos anos de 1958 e 1962. Ele morreu em 2013, aos 83 anos, vítima de um infarto, mas há 13 anos apresentava sequelas de um acidente vascular cerebral (AVC).

Depois de se aposentar dos gramados, o ex-goleiro passou a administrar concessionárias de carros na capital paulista. Segundo Diogo, as agências foram “presentes” da ditadura.

“Ele ganhou duas concessionárias. Na agência de carros na Vila Mariana, ele legalizava todos os carros dos delegados. Depois ia lá no [clube] Monte Líbano contar as loucuras que fazia em relação aos militares. Quem via prender, quem via matar. E ainda contava vantagem.”

Gylmar dos Santos Neves — Foto: Rede Globo

Gylmar dos Santos Neves — Foto: Rede Globo

No início deste mês, a Justiça de São Paulo condenou Marcelo Izar Neves, filho de Gylmar dos Santos Neves, por ofensas antissemitas contra vizinho.

Após uma discussão por vaga de garagem, Izar neves afirmou para o vizinho, que é judeu, que “Hitler estava certo” e “a raça de vocês não presta”.

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G1

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