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Política

Funcionários públicos de SP protestam contra projeto para Reforma da Previdência

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Funcionários públicos de SP protestam contra projeto para Reforma da Previdência

 

Professores e funcionários públicos da Prefeitura de São Paulo fazem na tarde dessa quarta-feira (13) uma grande manifestação em frente à Câmara Municipal da cidade, contra a proposta do prefeito Ricardo Nunes (MDB) de taxar os servidores aposentados que ganham acima de um salário mínimo.

O projeto de lei da Reforma da Previdência (PLO 7/21) quer que os aposentados municipais que ganham mais de um salário mínimo passem a contribuir para a previdência municipal.

A Prefeitura tem quase 121 mil servidores na ativa e 113 mil servidores aposentados e pensionistas. Atualmente, contribuintes que recebem até R$ 6.533,57 estão isentos da contribuição, quem ganha acima disso paga uma alíquota de 14% em cima do que ganha, se o projeto passar essa distinção deixa de existir.

Servidores protestam nesta quarta-feira (13) em frente à Câmara Municipal de São Paulo contra a reforma da previdência.  — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1
Servidores protestam nesta quarta-feira (13) em frente à Câmara Municipal de São Paulo contra a reforma da previdência. — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1

O projeto de Ricardo Nunes deve ser votado em 1º turno nesta quarta (13) na Câmara Municipal. Para que haja ampla transparência e participação popular nas discussões em plenário, a galeria da Câmara foi reaberta ao público com o limite máximo de 100 participantes, divididos em dois grupos iguais de 50 pessoas entre apoiadores e contrários à reforma proposta pelo prefeito.

A maioria dos servidores que fazem protesto acompanha a sessão do lado de fora, com cartazes contra o projeto e contra o prefeito Ricardo Nunes.

Em nota, a Prefeitura informou que a reforma da previdência municipal segue regulamentação da Constituição para equacionar déficits e que “mantém diálogo permanente com todas as entidades sindicais e reafirma a preocupação com a sustentabilidade do sistema previdenciário municipal e com a responsabilidade fiscal”.

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G1

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