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Esportes

“Foi tudo muito rápido para ela”: pais de Giovana Queiroz seguem passos da filha na busca por vaga em Tóquio

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"Foi tudo muito rápido para ela": pais de Giovana Queiroz seguem passos da filha na busca por vaga em Tóquio

Jogadora é uma das convocadas que nesta segunda-feira enfrentam o Canadá em amistoso da seleção brasileira. TV Globo transmite ao vivo a partir de 16h (de Brasília)

No calor de San Pedro del Pinatar, município ao lado de Cartagena, sudeste da Espanha, a seleção feminina fez neste domingo o último treino antes de encarar o Canadá, segundo amistoso desta data Fifa – a TV Globo transmite ao vivo nesta segunda-feira, às 16h (de Brasília). O período serve de preparação aos Jogos Olímpicos de Tóquio, que começa em 21 de julho para o Brasil diante da China, em partida pelo Grupo F da competição. No primeiro jogo, a equipe comandada por Pia Sundhage havia vencido a Rússia por 3 a 0.

Do lado de fora do campo do treinamento, um casal chamava atenção pelos olhos concentrados em uma jogadora. Eram os pais de Giovana Queiroz, de apenas 17 anos, jogadora do Barcelona e também da Seleção. André Luiz Costa e Viviany Queiroz Costa vivem na Espanha para acompanhar os dois filhos, atletas de futebol. O mais velho, irmão de Giovana, Andrezinho, atua na base do Leganés.

– Ela é muito jovem. Foi tudo muito rápido para ela. Tem amigos de Madri que nos encontram e falam “Nossa, como pode? Sua filha há dois, três anos estava aqui com a gente, brincava e tal e hoje tá no Barcelona e na seleção”. Nunca você vai imaginar que isso iria acontecer, mas graças a Deus aconteceu. Espero que ela continue trabalhando, brilhando. Esse é só começo. Todos os pais querem que seus filhos sejam felizes, sonho meu e da mãe. Se for no futebol ótimo, se for em outra profissão tudo bem. Não tenho uma obsessão de que eles sejam jogadores, eles estão aí nesse caminho. Eu vou apoiando e trabalhando. Quem sabe eles não consigam algo importante no futebol – afirmou André, pai de Giovana.

Sempre que pode, o casal vai aos treinos dos filhos. Atualmente, André mora em Madri com Andrezinho, e Viviany mora com Giovana em Barcelona. O casal trabalha com comércio exterior e por isso consegue ter essa mobilidade.

– Eu sou um “futeboleiro” nato, não sei nem se essa palavra é a certa. Quando fomos para os EUA meu filho começou a jogar também e desde então a gente acompanha e vai. Quando você assume esse compromisso tem treinos, viagens e tudo mais. É uma coisa que a gente sempre curtiu, sempre gostamos de estar junto com eles. Moramos nos EUA por motivos profissionais por quase oito anos e depois viemos para Espanha. Eu sei que somos privilegiados, a maioria das pessoas não tem condições de acompanhar, nosso trabalho permite que a gente tenha mais flexibilidade. Acho que estar perto ajuda sempre, poder estar perto dos teus filhos ajuda na formação – disse André.

– A tecnologia ajuda muito, nem sempre posso ir para Madri ver o André, por causa dos jogos da Giovana. Tento ir a cada 15 dias. Meu marido vai a Barcelona ficar com a Giovana. É tão gostoso quando a família fica junto – afirmou Viviany.

Duas horas e meia de trem mais uma hora de carro os separam de Pinatar. Chegaram no local no meio da semana e todo dia às 17h locais, 12h do Brasil, aparecem no CT onde a seleção está treinando.

– Coração bate muito forte. Fico muito feliz por ela. Lembro desde pequenininha e ela foi crescendo e evoluindo nos clubes e depois quando viemos para a Espanha, ela fez o teste e foi chamada. Cada vez evoluindo, primeiro ano, segundo ano, terceiro ano, três anos no Atlético de Madri. Depois ela foi para o Madri CFF, onde ela treinou com o time B e depois ela teve oportunidade de treinar com o time principal. E debutou no futebol aos 15 anos e contra o Barcelona ainda, hoje seu time. Depois de três temporadas foi chamada pelo Barcelona. Estou muito feliz também, ela tem que aproveitar as oportunidades. Estamos trabalhando. E ela é muito nova ainda, tem bola para jogar – declarou Viviany.

Giovana tem apenas 17 anos, vai fazer 18 anos no dia 21 de junho. Antes do Barcelona, jogou no Madrid FC e passou pelo Sub-17 da seleção espanhola. Como foi criada nos Estados Unidos, por conta do trabalho dos pais, começou a jogar por lá bem pequena. Chegou a defender também o Sub-17 da seleção norte-americana. Ano passado, depois de passagem pela Seleção Sub-17 do Brasil, Pia Sundhage convocou Giovana pela primeira vez para jogos preparatórios. Muito experiência com pouca idade, Giovana ainda cursa o ensino médio na escola.

– A Giovana sai de manhã pra treinar, volta para almoçar e depois ela vai para escola e estuda até às 20h. Eu fico sozinha em casa, trabalho e cuido das coisas. Moramos perto do CT, 200 metros. Não dá pra assistir ao treino sempre, se pudesse eu iria. Mas sempre que dá pra ver pra treino a gente vem. Não gostamos de atrapalhar, de ser os pais chatos. O pessoal aqui é tão legal com a gente e se a gente pode assistir ao treino a gente fica feliz, né? – disse Viviany.

Na próxima sexta-feira, dia 18, a comandante de seleção feminina divulga a lista de convocação para as Olimpíadas de Tóquio. Com chances de Giovana estar dentro da relação de convocadas, a família Queiroz Costa se mantém com os pés no chão.

– O que tem que ser será. Ela é muito nova, tem 17 anos, vai ter muitas oportunidades, está tendo muitas para o currículo dela e o que tiver que ser será. Tem que pensar que ela tem que aproveitar todas as oportunidades que ela tem, fazer sempre o melhor para crescer. Será maravilhoso se ela for para Tóquio – comentou Viviany.

Giovana Queiroz com os pais — Foto: Richard Callis/CBF

Giovana Queiroz com os pais — Foto: Richard Callis/CBF

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Fontes: Ge – Globo Esporte.

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