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Esportes

Fifa planeja arrecadar R$ 25 bilhões a mais com Copa do Mundo a cada dois anos

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Fifa planeja arrecadar R$ 25 bilhões a mais com Copa do Mundo a cada dois anos

Estudo foi apresentado nesta segunda pela entidade no simpósio promovido com 207 associações filiadas; Conmebol e Uefa são contra e planejam criar novos torneios em conjunto

A Fifa deu mais passo na tentativa de organizar a Copa do Mundo a cada dois anos. Na reunião virtual realizada nesta segunda-feira, a entidade apresentou um estudo financeiro que prevê arrecadar US$ 4,4 bilhões a mais com a redução do intervalo entre os Mundiais. O valor corresponde a uma receita adicional de R$ 25 bilhões.

Segundo o trabalho feito por uma consultoria internacional, o plano aumentaria a arrecadação de US$ 7 bilhões (R$ 39,9 bilhões) estimados para US$ 11,4 bilhões (R$ 65 bilhões) em um ciclo de quatro anos graças ao aumento da receita de ingressos e direitos de mídia e receitas de patrocínio.

– Os resultados econômicos apresentados são muitos fortes. Todos se beneficiariam, os mais ricos e os mais pobres. Teríamos também mais dinheiro para reinvestir no desenvolvimento do futebol em todo o mundo – disse o presidente da Fifa após o encontro.

Presidente da Fifa, Gianni Infantino,  ao lado do Emir do Catar, Tamim bin Hamad Al Thani, durante cerimônia de premiação da Copa Árabe, encerrada no domingo em Doha — Foto: Reuters

Presidente da Fifa, Gianni Infantino, ao lado do Emir do Catar, Tamim bin Hamad Al Thani, durante cerimônia de premiação da Copa Árabe, encerrada no domingo em Doha — Foto: Reuters

Apesar dos números apresentados pelos funcionários da Fifa aos filiados, a entidade não realizou uma votação sobre o assunto. A estratégia do presidente da Fifa, Gianni Infantino, foi usar o evento nesta segunda para “chegar a um consenso” sobre a proposta, que é o principal ponto de um profundo plano de reformulação do calendário do futebol mundial.

Infantino disse que os jovens são favoráveis à redução do intervalo entre os Mundiais e que a maior frequência de disputa do torneio não banalizaria o evento.

– O que importa é a qualidade – acrescentou o presidente da Fifa.

Alejandro Dominguez, presidente da Conmebol, e Aleksander Čeferin, presidente da Uefa, depois de reunião — Foto: Reprodução de Twitter

Alejandro Dominguez, presidente da Conmebol, e Aleksander Čeferin, presidente da Uefa, depois de reunião — Foto: Reprodução de Twitter

A Uefa e a Conmebol já anunciaram que são contrárias a proposta. As duas entidades controlam o futebol, respectivamente, na Europa e na América do Sul. Os seus filiados venceram todos os 21 títulos da Copa do Mundo desde 1930. Os grandes clubes europeus e o COI (Comitê Olímpico Internacional) também são contrários.

– Não acredito que estou fazendo inimigos. Meu papel é debater o futuro do futebol de forma respeitosa. Estamos falando de solidariedade – disse Infantino, sem dar um prazo quando colocará o assunto em votação.

Em novembro, um relatório encomendado pelo Fórum das Ligas Mundiais disse que a proposta da FIFA, aliada a mudanças na Copa do Mundo de Clubes, poderia custar às grandes ligas de futebol nacionais e à UEFA cerca de US $ 9 bilhões (R$ 51 bilhões) por temporada em direitos televisivos perdidos e acordos comerciais.

Na última semana, a Uefa e da Conmebol fizeram uma reunião para unificar uma parceria comercial na tentativa de contra golpear a proposta de um Mundial a cada dois anos. As duas entidades anunciaram a abertura de um escritório de negócios conjunto, com sede em Londres. A capital inglesa também será palco de um jogo entre os atuais campeões da Euro e da Copa América (Itália e Argentina) a ser disputado em junho.

Eles também aprovaram um estudo sobre a disputa de uma “Nations League” entre os dois continentes: as 10 seleções sul-americanas se juntariam ao torneio que a Uefa já organiza desde 2018. Os dirigentes, porém, não explicaram como funcionaria a logística ou a parte esportiva dessa competição.

Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, e Giani Infantino, presidente da Fifa — Foto: Getty Images

Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, e Giani Infantino, presidente da Fifa — Foto: Getty Images

FIFA propõe distribuir mais de R$ 18 bilhões para filiados

 

Funcionários da FIFA informaram aos representantes das federações que US $ 3,5 bilhões (R$ 18,8 bilhões) da receita extra seguiriam para um novo “Fundo de Solidariedade para Associações Membros”. Pelo novo desenho, cada federação nacional receberia cerca de US$ 16 milhões (R$ 91 milhões) em um período de quatro anos, enquanto fundos extras também seriam doados para outro programa de desenvolvimento.

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Globo Esporte

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