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Esportes

Em “Sala de Guerra”, Corinthians monitora o que Fiel comenta sobre possíveis reforços

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Em "Sala de Guerra", Corinthians monitora o que Fiel comenta sobre possíveis reforços

Clube investe em tecnologia para entender melhor o torcedor pelas redes sociais e ampliar receitas

Você é daqueles torcedores que ficam ansiosos durante a janela de transferências e adora usar as redes sociais para pedir reforços ou cornetar possíveis contratações? Pois saiba que, se você é corintiano, sua voz está sendo ouvida. Ou melhor, seus posts estão sendo analisados.

Semanalmente, o diretor de futebol do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, e outros cartolas do clube recebem um relatório sobre o que a Fiel está comentando no Twitter e no Facebook sobre jogadores que estão na mira do clube.

Este material é só uma parte do trabalho desenvolvido no War Room (Sala de Guerra, em livre tradução do inglês), espaço criado há dois meses no Parque São Jorge pela área de tecnologia do clube.

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A “Sala de Guerra” do Corinthians de olho nas redes sociais

No local, diante de oito telas com gráficos e estatísticas atualizadas em tempo real, trabalham analistas de redes sociais e membros dos departamentos de marketing e comunicação do Corinthians.

– É necessário a gente entender a tecnologia como uma possibilidade de retorno financeiro ao clube, não apenas uma área de manutenção ou serviços. O presidente Andrés Sanchez concordou com isso e, desde o começo do ano, idealizamos essa sala para o clube ser mais assertivo e, assim, ter infinitas possibilidades de se comunicar melhor e atrair novas receitas – explica Fabio Petrillo, responsável pelo setor de tecnologia do Timão e um dos a criação da sala.

Para produzir os relatórios sobre reforços, os analistas do Corinthians catalogam publicações nas redes sociais e as classificam em sentimentos. As notícias sobre a volta do técnico Fábio Carille, por exemplo, geraram uma onda de euforia. Já a possível contratação de Luan, do Atlético-MG, não teve boa aceitação logo que surgiu no noticiário – o motivo ainda está sob análise, e pode ter relação com as condições da transferência, como a liberação de Clayson para o Galo.

– Essas informações ajudam a subsidiar a direção a tomar decisões. Não é isso que decide. Sempre será fundamental a sensibilidade do gestor, mas esse relatório o auxilia – conta Tiago Oliveira, diretor de comunicação do Corinthians.

O departamento de futebol também recebe relatórios do que a torcida está dizendo nas redes sociais no intervalo e depois das partidas.

A Sala de Guerra também ajuda o clube a definir estratégias de comunicação, mensurar o impacto de ações de marketing, gerir crises e se aproximar do torcedor. Os canais de venda pela internet e o site oficial do Timão também são monitorados no local.

Tais práticas são comuns no meio corporativo e também em campanhas políticas, mas ainda engatinham nos clubes brasileiros.

– Apenas os dados, sem inteligência e capacidade de análise, não fazem sentido. Trabalhamos para aprimorar essa BI (“business inteligence”, ou inteligência dos negócios) para cada vez mais oferecer informações aos diferentes departamentos do clube – comenta Tiago Oliveira.

Recentemente, o Corinthians também lançou o “Loko da Fiel”, robô que conversa com torcedores por meio de aplicativos de troca de mensagens. As interações nesta plataforma também são analisadas pelo clube.

O Corinthians reconhece que a Sala de Guerra tem muito potencial ainda não explorado. Com o tempo, o clube quer refinar a análise das redes, adquirir novos softwares, identificar melhor os hábitos de consumo da torcida e cruzar informações com a base de dados do Fiel Torcedor.

– Você vai qualificando o torcedor, entendendo o perfil dele, seus interesses… A partir disso, podemos desenvolver ações com patrocinadores, direcionar investimentos e nos comunicarmos melhor com a Fiel – afirma Fábio Petrillo, que vê a área de tecnologia como fundamental para o Corinthians estar à frente dos rivais e aumentar as receitas.

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