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Em reestruturação, Barcelona vira “intruso” em semifinal; veja como chega o rival do Flamengo

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Em reestruturação, Barcelona vira "intruso" em semifinal; veja como chega o rival do Flamengo

Raio-X mostra detalhes sobre o Barcelona-EQU, clube que deixou pelo caminho na Libertadores times como Santos e Fluminense e tem camisa 10 que nasceu na mesma cidade de Messi

Adversário do Flamengo na Libertadores, na noite desta quarta-feira, no Maracanã, o Barcelona de Guayaquil, do Equador, é considerado por muitos um “intruso” entre os brasileiros na semifinal da Libertadores.

Mas, apesar da queda rendimento do time nos últimos jogos, ao contrário do que muitos pensam, de “patinho feio” a equipe equatoriana não tem nada, como mostra a trajetória do time nos últimos anos.

Jogadores do Barcelona de Guayaquil comemoram a classificação — Foto: REUTERS/Dolores Ochoa

Jogadores do Barcelona de Guayaquil comemoram a classificação — Foto: REUTERS/Dolores Ochoa

Para saber mais detalhes do rival rubro-negro na luta pela tão sonhada vaga na final, o ge conversou com dois jornalistas que acompanham o clube, Ramon Morales, da GOL TV, e Luis Quiroz, do La Red, para preparar um Raio-X e destrinchar a equipe, que vive processo de reestruturação e deixou pelo caminho em 2021 Santos e Fluminense.

Processo de reestruturação

 

A diferença financeira entre Flamengo e Barcelona de Guayaquil é gritante. Enquanto o Flamengo trabalha com investimentos altos e elenco renomado, a equipe equatoriana busca reestruturação após gestões ruins e uma grave crise financeira, agravada pela pandemia da Covid-19.

Mas este momento vivido pela equipe de Guayaquil se assemelha ao que Rubro-Negro passou a viver em 2013, ao tentar quitar as dívidas e arrumar a casa para alcançar voos maiores. Este processo é detalhado pelos jornalistas equatorianos.

Barcelona deixou o Santos para trás na primeira fase — Foto: Divulgação/Twitter Conmebol Libertadores

Barcelona deixou o Santos para trás na primeira fase — Foto: Divulgação/Twitter Conmebol Libertadores

Ramon Morales, GOL TV: No Barcelona sempre houve uma certa irresponsabilidade financeira de algumas diretivas. Administrativamente sempre houve problemas e, com a chegada da Liga Profissional do Equador (Liga Pro), as equipes não podem arriscar ou contrair mais dívidas como antes. Há ordem em termos de despesas financeiras e registro de jogadores. Essa atual liderança, comandada por Carlos Alfaro Moreno, está fazendo todo o possível para seguir em frente. Foram anos complicados devido à pandemia e sem bilheteria devido à falta de público no palco.

Luis Quiroz, La Red: O Barcelona tem muitas dívidas, mas a atual diretoria está pagando. São dívidas de gestões anteriores. Os que estão agora são mais responsáveis.

Grande campanha na Libertadores

 

O Barcelona de Guayaquil foi um dos destaques da primeira fase da Libertadores. O clube se classificou em primeiro em uma chave com Boca Juniors e Santos – que acabou eliminado na chave. A equipe fez 13 pontos e só teve uma derrota, fora de casa, para o The Strongest, da Bolívia, em La Paz. A campanha foi melhor que a do Flamengo, que avançou com 12 pontos para o mata-mata.

Nas oitavas, o Barcelona superou o Vélez Sársfield, da Argentina, conseguindo uma virada no placar agregado. Após derrota por 1 a 0 fora de casa, a equipe fez 3 a 1 em Guayaquil e se classificou para as quartas de final.

Barcelona eliminou o Fluminense — Foto: SANTIAGO ARCOS / POOL / AFP

Barcelona eliminou o Fluminense — Foto: SANTIAGO ARCOS / POOL / AFP

A equipe comandada por Fabián Bustos se credenciou para enfrentar o Flamengo ao eliminar o Fluminense. No Maracanã, mesmo com um jogador a menos e saindo atrás no placar, o clube virou o jogo e só não saiu com vitória do Rio de Janeiro porque o Fluminense marcou com Fred nos acréscimos e garantiu o 2 a 2. No Equador, os dois times empataram em 1 a 1.

“Camisa 10 do Barcelona”

 

Um dos destaques do time, Damián Díaz é o famoso “camisa 10 do Barcelona”. Nascido em Rosário, na Argentina, e naturalizado equatoriano, o meia é alvo de brincadeiras e comparações com Messi, que nasceu na mesma cidade e defendia o Barcelona, da Espanha, antes de atuar no PSG. O jogador é responsável pelo setor de criação e um dos nomes que o Flamengo precisa ficar de olho.

Damián Díaz, destaque do Barcelona de Guayaquil — Foto: Divulgação/Barcelona de Guayaquil

Damián Díaz, destaque do Barcelona de Guayaquil — Foto: Divulgação/Barcelona de Guayaquil

Ramon Morales, GOL TV: Damián Díaz representa a liderança, a magia dos 10 talentosos e que em um dia de futebol, ele pode fazer a diferença para você. É um jogador que em operação ofensiva e com espaços pode deixar uma defesa ou qualquer jogador em mau estado. Damian Díaz é um dos 10 melhores da história do BarcelonaSC. Mesmo muitos dizem que ele foi melhor do que Victor Ephanor. Mas isso já é mais subjetivo.

Luis Quiroz, La Red: Quem mais se destaca é Damián Díaz, é o cérebro do time, o camisa 10, o que organiza o meio-campo. Há também Byron Castillo, lateral-direito, e Emanuel Martínez, volante.

Treinador com elenco na mão

 

Ramon Morales, GOL TV: Fabián Bustos é um DT trabalhoso (que trabalha demais). Às vezes pouco valorizado pela abordagem que desenvolveu nas diferentes partes. Por ter dirigido o futebol equatoriano, especialmente Delfín SC em vários ciclos e Barcelona SC em quase estes dois anos, não só os fortaleceu a nível esportivo com os campeonatos, mas também os fez ganhar muito dinheiro economicamente. O Delfín SC obteve cerca de 10 milhões de dólares com a participação na Copa Libertadores, o campeonato e a venda de jogadores. Isso é muito para uma equipe de uma província como Manabí que nunca conquistou um campeonato.

Já o Barcelona SC com o Bustos chega a disputar duas fases de grupos consecutivas da Copa Libertadores, algo que a equipe não conquistava há 18 anos. Com isso e algumas vendas de jogadores, chega a quase US $ 12 milhões. Em outras palavras, entre essas duas equipes gerou cerca de R$ 22 milhões. Algo super valioso. O problema é que os torcedores do Barcelona SC e de um setor da imprensa equatoriana são muito exigentes com a seleção e querem que ela jogue como o Brasil em 1970. Nem sempre é assim.

Fabián Bustos, técnico do Barcelona de Guayaquil — Foto: Divulgação / Barcelona SC

Fabián Bustos, técnico do Barcelona de Guayaquil — Foto: Divulgação / Barcelona SC

Luis Quiroz, La Red: Bustos é muito bom, tem muita influência no plantel. Os jogadores confiam muito nele. Ele foi campeão com o Barcelona em 2020, com uma equipe que não investiu tanto no plantel. Em relação a nomes, era um plantel inferior ao de 2021.

Alguma semelhança com 2017?

 

O Barcelona-EQU carrega um feito e tanto nos últimos cinco anos. De 2017 para cá, quando também foi semifinalista e acabou derrotado pelo Grêmio, que foi campeão naquele ano, a equipe equatoriana foi a única a conseguir chegar a esta fase da Libertadores tirando times de Brasil e Argentina.

Barcelona-EQU x Grêmio Libertadores Guayaquil gol Luan — Foto: Lucas Uebel/Grêmio/Divulgação

Barcelona-EQU x Grêmio Libertadores Guayaquil gol Luan — Foto: Lucas Uebel/Grêmio/Divulgação

O time mudou muito desde a última vez em que tentou chegar à final e acabou eliminado pelo time gaúcho após derrota por 3 a 0 em Porto Alegre e vitória no Equador por 1 a 0, que não foi suficiente para garantir a vaga. O curioso é que o técnico Renato Gaúcho também comandava o Tricolor Gaúcho na ocasião. Mas o que este elenco de 2021 tem de diferente?

Ramon Morales, GOL TV: As comparações são sempre odiosas na vida e no futebol. Mas são equipes totalmente diferentes. Em 2017 com Guillermo Almada, aquela equipa teve recursos individuais para sair e jogar mais rápido nas laterais: tiveram Marcos Caicedo, Jhonatan Alvez, “La Culebr” Castillo, Pedro Velasco (hoje recuperando de lesão) entre outros, que constituíram um equipe mais dinâmica e mais rápida ao nível do contra-golpe. Hoje Bustos tem um pouco dessa dinâmica e velocidade com Byron Castillo, Emmanuel Marines e Ayrton Preciado. No nível de seus atacantes, não é que sejam tão rápidos ou verticais, mas são eficazes em arrastar a marca ou definição. É por isso que contra o Flamengo devemos gerar transições maiores, mais rápidas e eficazes.

Luis Quiroz, La Red: O Barcelona investiu mais em 2021, com mais nomes importantes. Os dirigentes dizem que contrataram mais, mas fizeram uma gestão para que o custo fosse menor. Trouxeram destaques de equipes menores do Equador, como Leonel Quiñónez, lateral-esquerdo que se destacou no Macará, e os goleadores Gonzalo Mastriani e Carlos Garcés.

Pontos positivos para o Flamengo

 

Apesar da grande campanha feita na Libertadores e de se tornar um “intruso” de respeito nesta semifinal formada por times brasileiro, com Atlético-MG e Palmeiras disputando a outra vaga, o Barcelona vem de queda de rendimento.

Antes de enfrentar o Fluminense, o Barcelona acumulava cinco vitórias consecutivas com 12 gols feitos e três sofridos. O bom momento, porém, não seguiu. A equipe vem de três derrotas, dois empates e apenas uma vitória, com seis gols marcados e nove sofridos nos últimos jogos. O clube está em sétimo no Campeonato Equatoriano.

Melhores momentos de Flamengo 3 x 0 Barcelona de Guayaquil pela Libertadores

Vale lembrar também que no ano passado o Flamengo eliminou o Barcelona-EQU com duas vitórias: uma por 3 a 0 em casa e outra por 2 a 1 no Equador.

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Globo Esporte

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