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Em livro, Papa critica protestos anti-máscara e defende renda básica universal

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Em livro, Papa critica protestos anti-máscara e defende renda básica universal

Papa Francisco também defendeu reforma política e criticou atos de xenofobia e discriminação religiosa

Em seu novo livro lançado nesta segunda-feira (23), “Vamos sonhar juntos: o caminho para o futuro”, Papa Francisco faz fortes críticas aos negacionistas da pandemia de Covid-19 , defende uma reforma política e diz que atos de xenofobia e discriminação religiosa vão contra a mensagem de Jesus.

Sobre aqueles que se negam a admitir a gravidade da pandemia de Covid-19, ignorando restrições e se opondo ao uso de máscaras, Papa diz: “Você nunca verá essas pessoas protestando contra a morte de George Floyd, elas são incapazes de sair de seu mundinho de interesse”, disparou.

Ainda segundo o pontífice, “tragédias ainda piores” vão acontecer caso não haja uma reforma profunda da economia, da participação política e da maneira como a humanidade tem interagido com o ambiente.

O Papa também defende a criação de uma renda básica universal e outras medidas ousadas contra a desigualdade e o desemprego, como a redução da jornada de trabalho e o reconhecimento de que atividades não remuneradas, como o cuidado familiar para crianças e idosos, também devem ter o mesmo status do trabalho formal, mesmo que não envolva salário.

Crítica a governos

Francisco também, sem citar nomes, “os governos que ignoraram as dolorosas evidências do aumento do número de mortes com consequências inevitáveis ​​e graves a favor da retomada da economia”. No entanto, o pontífice reconhece que “a maioria dos governos agiu com responsabilidade, impondo medidas estritas para conter a epidemia.”

“A ignomínia do nosso passado, em outras palavras, faz parte de quem e do que somos. Recordo esta história não para louvar os opressores de outrora, mas para honrar o testemunho e a grandeza alma daqueles que oprimiram “, acrescenta Francisco.

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iG

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