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Educar para mudar

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Educar para mudar

Por Marcus Vinícius de Freitas

Educar para mudar

 

No dia 15 de outubro, anualmente, celebra-se o Dia do Professor no Brasil. Este profissional, essencial ao processo de evolução humana, é frequentemente desvalorizado pela sociedade, que não lhe reconhece o devido valor, ou que lhe atribua o ganho financeiro devido, considerando a enorme contribuição que faz ao futuro de uma nação. O professor é o elo de conexão entre gerações. Ele ensina para os alunos do presente as lições do passado com o propósito de construir uma nova perspectiva quanto ao futuro. Professores ensinam baseados em seu conhecimento, experiências pessoais e perspectivas. Claro que no processo de transmitir o conhecimento poderá haver viés e tendências, afinal, como indivíduo, o professor também é produto do contexto em que está inserido.

Não há dúvida que a evolução substantiva de uma sociedade passa por uma sala-de-aula. É lá que a interação aluno-mestre gera o processo de transmissão de conhecimento, a transferência do DNA da evolução cultural e da formação de uma comunidade, sociedade e nação. O professor deve incentivar o potencial substancial de transformação do mundo de cada aluno. E, para tanto, deve gozar da tranquilidade financeira necessária para poder prover aos alunos o seu melhor para ajudá-los a atingirem seu potencial.

Obviamente que esta é uma tarefa árdua. Jamais devemos esquecer que professores também já foram alunos e podem ter sido sujeitos a projetos e profissionais falhos na arte de educar. É por essa razão que a atividade do professor precisa ser complementada por outros grupos sociais como família, as igrejas e outros associações. É importante que os pais tenham claro a enorme responsabilidade que depositam e conferem ao professor – um ser estranho à família – quanto a transmitir informação, conhecimento e valores.

Naqueles momentos preciosos da interação entre mestre e aluno são plantadas as sementes de uma árvore frutífera. Jamais esqueçamos que os grandes nomes da humanidade – de Newton a Einstein, de Bonifácio a Churchill – todos tiveram que passar muito tempo nos bancos estudantis para aprender e compreender a realidade e, a partir daí, almejarem construir novas perspectivas. Confúcio afirmou certa feita: “Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo.” O compromisso de um bom professor é justamente assegurar que o aluno consiga evoluir sem ter de necessariamente repetir os erros do passado e consumir o mais amargo.

O sistema educacional chinês, a partir de Deng Xiaoping, produziu uma revolução transformadora no país asiático. Deng acreditava que a educação, aliada ao pleno uso da capacidade trabalhadora do povo, levaria o país a resultados de desenvolvimento e progresso substancial. Além disso, Deng entendia que quanto mais qualificada a mão-de-obra, mais rápido se atingiria um processo de efetivo crescimento econômico. Mas dois elementos deveriam ser constantes em todo o processo educacional chinês: o mérito e a competitividade.

O mérito é o reconhecimento efetivo dado àquele que se destaca por buscar a excelência em suas atividades acadêmicas e comunitárias. Já a competitividade é essencial para assegurar um espirito de elevada produtividade e constante superação das barreiras individuais. A sociedade chinesa reconhece esses dois atributos ao oferecer àqueles que se destacam o maior reconhecimento possível, obviamente dentro do recato, paz e harmonia que devem prevalecer numa sociedade em que o coletivo prevalece, mas o individual a propulsiona. Um aspecto importante, muitas vezes esquecido por nós no Brasil, é o princípio do avanço social deve ser uma força motriz fundamental do sistema educacional. As famílias devem  envidar os melhores esforços e recursos para suprir as necessidades educacionais dos filhos para que estes atinjam maiores e melhores objetivos de vida.

Ao vislumbrarmos o futuro dos sistemas educacionais modernos, é importante fomentar a melhoria constante na qualidade educacional e profissional dos professores. A valorização deste profissional é fundamental a qualquer processo de ascensão econômica de uma sociedade. O futuro da humanidade será melhor ou pior, dependendo daqueles que optarem por esta profissão. A sua valorização é o melhor investimento a ser feito. A China comprova isso. Sistemas educacionais podem revolucionar países. A China, que era reconhecida como fabricante de produtos de baixa qualidade, e atualmente produz equipamentos da mais elevada tecnologia e qualidade é um destes exemplos de superação. Somente a educação construirá um Brasil melhor.

 

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*Marcus Vinícius De Freitas
Professor Visitante, China Foreign Affairs University
Senior Fellow, Policy Center for the New South
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