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Esportes

Duda Luizelli revela como foi demitida da CBF e diz: “Planejamento foi feito. Tenho certeza que não foi o motivo”

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Duda Luizelli foi demitida na última terça-feira do cargo de coordenadora de seleções femininas da CBF, conforme publicado pelo ge.globo com exclusividade na quarta-feira. A dirigente comentou como foi o contato para que o vice-presidente da entidade, Gustavo Feijó, desse a notícia. A justificativa, segundo ela, não foi dada: apenas que era decisão do presidente. Ficou por um ano e quatro meses no cargo, que agora será ocupado por Aline Pellegrino, que anteriormente era a coordenadora de competições femininas.

– Eu liguei no início da semana porque a gente tinha um convocação da sub-17 e sub-20 para pegar o ok porque eu era subordinada ao Gustavo Feijó que é um dos vice-presidentes que comanda o futebol não só o feminino, mas também ao Juninho, Branco. Na ligação, quando eu liguei, ele só me comunicou que haveria uma troca no comando. Eu perguntei se tinha feito alguma coisa errada, o que que aconteceu e a única resposta que tive foi que era uma decisão do presidente, que era um sistema presidencialista. Ok, entendi, estou tentando entender ainda o que aconteceu, o que se fez de errado. Eu, Duda, no meu interior, eu tenho certeza de que tudo que foi feito nesse 1 ano e quatro meses foram para o bem do futebol feminino. Tenho certeza que o legado que fica na equiparação da bonificação das meninas, tudo que a gente conseguiu juntos, conquistas, desde ficar no mesmo hotel em Tóquio, por exemplo, que os homens, em voo charter, profissionalização do departamento, integrando as comissões sub-17, sub-20, adulto. Ficou muita coisa de bom e tenho certeza porque venho falando com a Aline (Pellegrino) praticamente todos os dias e tenho certeza que ela vai aproveitar o máximo possível tudo isso que foi deixado nesse nosso legado de um ano e quatro meses – afirmou Duda Luizelli em entrevista exclusiva ao blog Dona do Campinho.

De acordo com informações publicadas pelo blog de Gabriela Moreira, a demissão teria sido motivada por custos e também a insatisfação com o planejamento, organização e objetivos em relação à seleção feminina. Duda Luizelli fez questão de ressaltar que o calendário estava todo definido para 2022 já com prospecção para 2023.

– Na verdade tudo são suposições porque até agora ninguém falou comigo da CBF sobre o que aconteceu. Estou no Rio de Janeiro, devo ir à CBF essa semana para poder entender melhor e poder explicar talvez e saber melhor o que aconteceu. Mas o calendário já com prospecção até 2023, que nós temos as datas Fifa, ele já foi entregue. Hoje ele está na mão da Aline e eu tenho certeza que ela vai continuar. Torneio na França, junho tínhamos Suécia e Dinamarca, lá em outubro Noruega e Inglaterra. O planejamento ele foi feito. Tenho certeza que não foi esse o motivo, mas é tentar pegar os frutos e tudo que se aprendeu em um ano e quatro meses no meio de uma pandemia. Fomos para uma Olimpíada onde tivemos todas as restrições. Agoraa é torcer e esperar para que o futebol feminino siga crescendo dentro da própria instituição – disse.

A ex-dirigente da CBF comentou que logo que Ednaldo Rodrigues assumiu a presidência, ela teve reunião com o comandante, que pediu uma programação de 2022 com 90 dias de antecedência, o que foi feito, garantiu. Os trâmites estavam em fase de assinatura de contratos, o que não é feito pela coordenadora e sim pela vice-presidência.

– Logo que o presidente Edinaldo assumiu ele fez uma reunião comigo e com o Branco solicitando 90 dias de antecedência (da programação). E nós entregamos o planejamento até o final de 2022 praticamente todo definido. Agora estávamos já em fase de assinatura de contratos e sempre precisávamos do ok dele para isso acontecer. Nunca se fez nenhum tipo de iniciativa sozinha ou que dependesse só da gente. Era sempre nós e quando falo nós, todos os diretores juntos, sempre sabiam o que estava acontecendo principalmente Gustavo Feijó, que era a quem a gente se reportava. Em algumas situações, agora mais no final, pelo nosso planejamento, o que a gente queria era que a sub-20 também tivesse uma convocação, eram 13 dias, já que tem Sul-Americano em abril, mas isso não aconteceu agora. Então você vê que já houve um corte agora em janeiro, mas acho que tudo é uma questão de estratégia. Algumas vezes a gente dá um passo para trás para dar dois para frente e agora saber o que realmente eles estão pensando.

Em comunicado na última semana, a CBF informou sobre a saída e que Aline Pellegrino assumiria o posto. Disse ainda que a decisão foi tomada de forma conjunta pelo Presidente em Exercício da CBF, Ednaldo Rodrigues, e pelo Vice-Presidente e responsável pelo Departamento de Seleções, Gustavo Feijó. Ainda agradeceu a Duda Luizelli “pela dedicação com que desempenhou a função e deseja sucesso em seus próximos desafios”. Sobre um novo posicionamento, após a entrevista, a entidade informou que manteria apenas o já declarado anteriormente sobre o tema.

Duda Luizelli falou ainda sobre Aline Pellegrino ter assumido seu posto. Ela garante que as duas têm se falado com frequência. Comentou ainda a surpresa da treinadora Pia Sundhage com a mudança repentina e sua saída. Combinou com a técnica um encontro com a comandante sueca para se despedirem e conversarem.

– Eu tenho falado com ela, inclusive amanhã a gente combinou de nos reunirmos. Na quarta vou falar com Pia, Lille porque todo mundo ficou sem entender. Mas agora é curtir o momento. Tenho certeza que ficou em grandes mãos e que ela vai continuar fazendo o trabalho. Espero só que se o problema fosse números que realmente sejam bem claros no que eles querem em relação ao futebol feminino. Ela tem competência 100%, acho que não teria outro nome. Falei para ela na hora que fiquei sabendo que na minha visão era ela que tinha que assumir esse momento do futebol feminino e foi o que realmente aconteceu. Eu só tenho que desejar boa sorte e tudo que ela faz também pelo futebol feminino está em grandes mãos – afirmou Duda.

Entre os planos traçados no planejamento entregue à direção da CBF, estavam os objetivos a médio e longo prazo com a seleção adulta feminina. Além da classificação à Olimpíada 2024 e Mundial 2023 com a conquista da Copa América no horizonte imediato, a médio prazo foi estabelecido estar no top 5 do ranking mundial, alcançar ao menos a semifinal no Mundial 2023 e garantir uma medalha olímpica em 2024. No longo prazo, estar no top 2 do ranking da Fifa, chegar ao menos à final do Mundial 2027 e consolidar o nome do Brasil em nível mundial no feminino. Na base , sub-20 e sub-17, no médio prazo chegar às quartas do Mundial 2022 e nas semis do Mundial 2024.

Em termos de calendário, já havia o ano de 2022 confirmado e um desenho de 2023. Além do Torneio da França, em fevereiro, em abril, foi negociado um período de treinos na Espanha entre 4 a 12 do mês com amistoso diante das donas da casa. Em junho, entre 20 e 28, amistosos contra Dinamarca e Suécia. Julho, mês da Copa América na Colômbia, a previsão é de preparação na Granja Comary de 2 a 8 do mês. Na Data Fifa de 29 de aosto a 6 de setembro, eram negociados jogos contra Costa Rica e México. Em outubro, na Noruega, eram desenhados amistosos contra as donas da casa e Inglaterra entre os dia 3 e 11. Em novembro, encerrando o ano, entre 7 a 15, a negociação da Brasil NeoEnergia Cup com seleções como o Canadá como possíveis rivais em torneio disputado no Brasil. Em 2023, já havia um possível torneio amistoso em fevereiro, na Austrália, um dos países sedes da Copa do mesmo ano – ao lado de Nova Zelândia -, além da prospecção já de período de treinamentos pré-Copa, em junho, em Portland, nos Estados Unidos.

Todo esse desenho agora passa para as mãos de Aline Pellegrino, que ainda irá definir quem fica em seu lugar nas competições. Para Duda, resta agora definir seu futuro. Ela foi sondada também para assumir o masculino em alguns clubes, além do feminino. Da CBF, ela fica com a lembrança e o desejo de um dia escrever um livro. E torce para que o futebol feminino não seja deixado de lado e não perca sua evolução dentro da entidade.

– Nosso diálogo era sempre com o vice-presidente Gustavo Feijó. Com o presidente, tive uma reunião com ele. Como ele falou é um sistema presidencialista. A gente não sabe também o que vai acontecer nesses próximos meses. Mas quem sabe no futuro a gente não escreve um livro né? Contar o que acontece nos bastidores. Hoje só tenho aq agradecer aos colaboradores e diretores da CBF que sempre me trataram com maior respeito, respeito a minha história no futebol feminino. E esse respeito só pela quantidade de clubes e não só feminino e masculino também que vieram sondar nesse momento. Agora é pensar onde a Duda vai seguir e dar um relax para a cabeça de alguns dias.

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