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Ivan Sartori

Desembargador Ivan Sartori é Ministeriável para Justiça

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Desembargador Ivan Sartori é Ministeriável para Justiça
Ex-presidente do TJ-SP poderá ser o novo Ministro da Justiça

Corre em Brasília que o Desembargador Ivan Sartori, ex-presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, é considerado pela família Bolsonaro como ministeriável. Seu nome é analisado e, a qualquer momento, Sartori pode ser convidado a assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Não é de hoje que os filhos Flávio e Eduardo Bolsonaro demonstram admiração por Dr. Ivan e, recentemente, os dois compartilharam em suas redes sociais vídeos de Sartori, que critica a quarentena horizontal, com o fechamento do comércio na cidade de Santos. Ele defende a quarentena vertical e bate duramente, em seus vídeos, no Governador de São Paulo, João Doria e no prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, ambos do PSDB.
Nos bastidores da esplanada, cogita-se, inclusive, do desmembramento do Ministério.

Quem é o Desembargador Ivan Sartori?

Ivan Ricardo Garisio Sartori foi juiz e Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo de janeiro de 1981 a março de 2019. Judiciou em inúmeras comarcas do Estado até instalar e ser o primeiro juiz da 36ª. Foi eleito e reeleito para compor o órgão Especial daquela Corte, instância máxima do Judiciário Paulista. Foi o relator do atual Regimento Interno do Tribunal. Tornou-se o mais novo Presidente do Tribunal, biênio 2012/13.
É coordenador e co-autor do livro Estudos de Direito Penal – Aspectos Práticos e Polêmicos, Forense, 2004, e professor da cadeira de Direito Civil na Universidade Santa Cecília – UNISANTA, em Santos/SP. É mestre em Direito da Saúde – Dimensões Individuais e Coletivas, pela mesma universidade.
Com visão e métodos diferentes, disseminou o uso do julgamento virtual e implantou o processo digital, maior proeza na última década. Criou as câmaras extraordinárias, reunindo magistrados com disponibilidade de força de trabalho, que contribuiu para a redução dos acervos em geral. Reestruturou o tribunal e criou as dez Regiões Administrativas Judiciárias (RAJs), cada uma com uma direção central sediada no maior fórum regional.
Iniciou uma aproximação com o CNJ e manteve relação próxima com o Executivo estadual. Na Assembleia Legislativa conseguiu a aprovação do plano de cargos e carreiras dos servidores e do projeto dos assistentes judiciários dos magistrados de primeiro grau. Implementou política de valorização dos servidores, pagando atrasados, a par de garantir o instituto da remoção e oferecer cursos na Escola Paulista da Magistratura. Também abriu concursos para mais de cinco mil vagas. Enfrentou atritos com o Ministério Público, ao pedir a reintegração das salas usadas por promotores nos fóruns. Também com daOAB, exigiu que advogados fossem submetidos à revista na entrada dos fóruns. Ambas as instituições eram contrato a implementa do processo digital. Aposentou-se em 2019, aos 62 anos, e hoje é pré-candidato a prefeito de Santos, sua cidade natal.

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