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Debate reúne três candidatas a vice-presidente; veja o que foi dito

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Debate reúne três candidatas a vice-presidente; veja o que foi dito

Três candidatas a vice-presidente da República participaram nesta terça-feira (2) de um debate promovido pela Folha, UOL e SBT.

Foram convidados os vices dos cinco presidenciáveis mais bem colocados na pesquisa Datafolha de 20 de setembro.

Eduardo Jorge (PV), vice de Marina Silva (Rede), e General Mourão (PRTB), vice de Jair Bolsonaro (PSL), foram convidados, mas não participaram.

O formato de debate trouxe a novidade do “banco de tempo”, em que cada candidata a vice dispunha de 22 minutos no total, que eram cronometrados, e podia solicitar a palavra a qualquer momento para fazer comentários.

O debate reuniu:

  • Ana Amélia (PP), candidata a vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB);
  • Manuela D’Ávila (PCdoB), candidata a vice na chapa de Fernando Haddad (PT);
  • Kátia Abreu (PDT), candidata a vice na chapa de Ciro Gomes (PDT).

O debate foi dividido em 4 blocos, sem intervalo:

  • 1º bloco: Candidatas responderam a perguntas de jornalistas sobre temas livres;
  • 2º bloco: Candidatas fizeram perguntas entre si e responderam a perguntas de jornalistas sobre temas livres.
  • 3º bloco: Candidatas responderam a perguntas de jornalistas sobre temas sorteados;
  • 4º bloco: Candidatas responderam a perguntas de jornalistas sobre temas sorteados.

Respostas

Saiba abaixo as respostas dadas pelas candidatas durante o debate:

Observação: a ordem abaixo segue a ordem de falas no primeiro bloco do debate.

MANUELA D’ÁVILA (PCdoB):

  • Crescimento de Jair Bolsonaro entre as mulheres nas pesquisas de intenção de voto: “Vivemos no dia 29 [de outubro] um dia belíssimo. Eu, que há 14 anos tenho mandatos parlamentares e que atuou há muito tempo nos temas das mulheres e da juventude, fiquei muito impressionada ao ver as ruas de todas as capitais tomadas por mulheres, muitas com as suas famílias, caminhando pelas ruas e dizendo que acreditam que o Brasil pode se desenvolver com democracia e ele, não. Que pode se desenvolver garantindo direitos aos trabalhadores, 13º salário, e ele não acredita isso. As ruas nos mostraram que há possibilidade de construção de uma saída democrática, eleitoral. As pesquisas apresentam sempre uma oscilação. O que nós estamos vendo é que teremos um segundo turno com muita competição. E creio que a primeira disputa que se dará é essa: se tomaremos um rumo democrático ou não. E a segunda, é se assumiremos uma ideia de desenvolvimento com justiça social ou uma ideia que trata homens e mulheres diferentes, que trata negros e brancos diferentes, que é a ideia de Jair Bolsonaro. Acredito que o povo vai escolher o caminho da democracia, dos direitos sociais e da igualdade.”
  • Combate à corrupção: “Existem aqueles governos que combatem a corrupção e outros que colocam debaixo do tapete. Acredito que no último ciclo avançamos muito na consolidação de mecanismos de combate à corrupção. Lembro que a Lei de Transparência é nova, ainda não é perfeita, mas foi aprovada há sete ou oito anos. Fortalecemos a Polícia Federal. Garantimos autonomia do Ministério Público Federal, para que indicassem o seu chefe. Todo o período aquele procurador escolhido pelos demais tomava posse como procurador-geral, mas isso acabou no governo Temer. A atual não foi a primeira da lista que foi indicada. Além disso, creio que precisamos pensar em novos mecanismos para que a corrupção não aconteça. Criamos mecanismos que controlam, combatem e punem os episódios que já aconteceram, mas precisamos criar mecanismos que impeçam que ela aconteça. Acredito muito nas ferramentas que combinam controle público com participação social. Acho que o estímulo da participação da população nas decisões e no controle das atividades o estado é o mecanismo mais eficiente para evitar novos casos de corrupção. Com relação aos abusos, não existe nenhum espaço no mundo imune a determinadas práticas abusivas. […] Quando há excesso, é natural nas democracias que se denuncie […] Da mesma forma, são feitas as denúncias contra os abusos visíveis da Lava Jato. Não há um brasileiro hoje que não perceba a motivação política do juiz Sérgio Moro.”
  • Apoio à campanha #EleNão no segundo turno: “Se perder eleição fosse critério para governar, nós três não estaríamos aqui. O Alckmin não estaria aqui nem o Ciro, porque todos já perdemos eleição. Aliás, um dos debates do #EleNão é aceitar, ganhar e perder. Porque o debate também é sobre aqueles que aceitam as regras democráticas e sobre o candidato que disse que não reconhecerá o resultado das eleições. Para nós, a defesa do #EleNão é a defesa do direito dos trabalhadores. Bolsonaro é contra o 13º. É a defesa de nós, mulheres. É a convicção de que as mulheres que criam seus filhos sozinhos não criam desajustados, mas é também a convicção de que a democracia é parte estruturante da saída para a crise que vive o Brasil. [O dia] 29 foi uma luta das mulheres contra uma candidatura? Não. Foi em defesa de um Brasil democrático e com igualdade. […] #EleNão para nós não é oportunismo de primeiro turno.”
  • Aliança eleitoral com partidos adversários: “Teve gente que demorou quatro, cinco décadas para reconhecer o golpe de 64. Tem gente, aliás, que acha que até hoje não houve ditadura, defende tortura. E tem gente que rapidamente se deu conta do golpe contra Dilma. […] Foi tomado o governo por gente que destruiu o Brasil e está destruindo a nossa economia. […] Então, que bom que pessoas reconheceram mais rápido o equívoco de agora. Temos um projeto e, para nós, o que faz as pessoas estarem juntas não é cor da pele, não é gênero, não é orientação sexual, é o projeto. O nosso projeto é tirar o Brasil da crise garantindo direitos.”
  • Política externa: “Na diplomacia brasileira, a partir do não-protagonismo do presidente Michel Temer, que não tem legitimidade nem autoridade, tivemos um rebaixamento do Brasil. Acredito que é preciso voltar à legitimidade das urnas […] fará com que a gente resgate o protagonismo que temos no mundo e na nossa região. Um país que dá pitaco sobre os outros, como é o caso do Brasil, um país que não estimula relações comerciais, que tem um candidato a vice-presidente que chamou os parceiros do Sul de ‘mulambos’, não compreende a dimensão que o Brasil alcançou anteriormente. Eu acredito que, quando resolvermos a situação política do Brasil, o Brasil poderá resgatar o seu protagonismo global e passar, sim, a fazer novas rodadas de diálogo.”
  • Reforma da Previdência: “O nosso plano não detalha nesse nível porque acreditamos que o enfrentamento do déficit da Previdência passa, em primeiro lugar, pela volta da formalidade do trabalho. A reforma trabalhista colocou milhares de trabalhadores na informalidade, agravando o déficit da Previdência. Porque, se não tem a carteira assinada, não tem o salário fixo, não contribui e aumenta o déficit. Para nós, uma das nossas obsessões é a geração de emprego com direitos e, com isso, minimizar o déficit da Previdência.”

ANA AMÉLIA (PP):

  • Haddad x Bolsonaro no segundo turno: “A gente nunca trabalha com o condicional na política. Você tem que ter a certeza e a convicção até a última hora. O que está se viu é que o candidato que está liderando as pesquisas conseguiu se apoderar de toda a defesa da agenda petista, não só representada pela elite, mas representada também pela classe mais pobre. Nós somos a terceira via. Geraldo Alckmin é a terceira via pelo seu poder moderador, pela sua capacidade, competência no diálogo para convergência ao centro. E os desafios que o Brasil terá em 2019 são tão gigantescos que sem esse apoio, sem essa capacidade de articulação com o Congresso, o que nos espera é uma situação bastante complicada.
  • Combate à corrupção: “Esse é o tema crucial. O Conselho Nacional de Justiça tem um órgão que controla os desempenhos e atuação dos seus órgãos. O Conselho Nacional do Ministério Público é a corregedoria ética da conduta do agente público, seja na área do MP, seja no Judiciário. É claro que na exacerbação de processos tão importantes como é a Lava Lato, que precisa ser preservada. Temo pelo futuro da Lava Jato conforme o resultado dessa eleição em função do que significou ela, que, pela primeira vez, é uma operação determinada pelos agentes públicos que estão trabalhando republicanamente representaram. Não tem bandido de preferência. E o PT não pode ter a narrativa de que a Lava Jato é uma perseguição do Sergio Moro ao Lula, senão não estariam arrolados tantos políticos, alguns já cassados, e grandes empresários.”
  • Apoio à campanha #EleNão no segundo turno: “O segundo turno não está definido. Será definido no dia 7 e essa hipótese não trabalhamos. As urnas são sempre uma caixinha de surpresa. Se as pesquisas fossem definidoras de resultado de eleição, a gente apenas consultaria o Datafolha e o Ibope.”
  • Aliança eleitoral com partidos adversários: “Engraçado [a Manuela não fazer nenhuma] referência ao abraço com Renan Calheiros, pela conveniência que isso representa eleitoralmente ao candidato [Haddad]. Foram golpistas, mas estão juntos abraçados.”
  • Política externa: “O equívoco que o governo passado teve foi se alinhar ideologicamente a parceiros como Cuba, Venezuela, Bolívia e Equador. Isso acabou limitando, apequenando o protagonismo do Brasil, que deveria ter concentrado seu esforço na negociação do acordo Mercosul-União Europeia e fazer um enfrentamento. O mundo está cada vez mais protecionismo. […] Somos também muito protecionistas. Temos que ter uma visão mais ampala, inclusive ampliar como quer Alckmin os acordos transpacíficos, acessando mercados como a Ásia, que são muito importantes.”
  • Reforma da Previdência: “Hoje, o gasto da Previdência representa 10% do Produto Interno Bruto [PIB]. Lembrando que 30 milhões de aposentados pelo regime da Previdência Social, o INSS, o valor disso é R$ 557 bilhões. E um milhão de servidores públicos têm gasto de R$ 123 bilhões. É para dar ideia que esses 10% hoje vão representar 16% do PIB em 2050. Se não mexer na Previdência agora, você vai ter problema para quem está começando a trabalhar agora, não vai ter dinheiro para mexer na aposentadoria. É fundamental a Reforma da Previdência. […] Três países da América Latina, Argentina, Colômbia, Chile, já têm idade [mínima] de 65 anos. Talvez seja essa tendência no Brasil, porque tem muita gente jovem aposentada em vários segmentos.”

KÁTIA ABREU (PDT):

  • Apoio ao PT no segundo turno: “A nossa hipótese é Ciro Gomes ir para o segundo turno. Mesmo porque as pesquisas estão mostrando que ele vence Bolsonaro com grande distância e vence também Haddad com uma boa diferença. A população já escolheu Ciro como alternativa. E tenho a convicção, lembrando de tudo que o Bolsonaro já disse, que agora está em silêncio, só fala de segurança pública, mas já disse que as mães não devem amar seus filhos homossexuais, que se um homossexual mudar para o apartamento ao lado do dele vai desvalorizar o apartamento, que se o filho namorasse negra seria promiscuidade, que ele acha que as mulheres devem ganhar menos porque são mais fracas, que ele fraquejou quando teve filha mulher. Isso tem que ser relembrado, porque as mulheres vão se esquecendo disso. Temos que lembrar a cada momento do que ele pensa sobre os negros, homossexuais e mulheres. E, por outro lado, o PT, que já conhecemos e sabemos o que está acontecendo, uma aversão ao PT – não vou discutir se merece ou não merece – por denúncias de corrupção. Também não estou dizendo que estão todos condenados. Estão sendo investigados. Alguns, sim, condenados. Mas essa lembrança ruim das denúncias de corrupção vai persistir durante o segundo turno. A Lava-Jato não acaba em 7 de outubro.”
  • Combate à corrupção: “De fato, a corrupção tomou conta do Brasil e não é só na União. As pessoas sentam na cadeira já imaginando como fazer para tirar um dinheirinho daquele lugar. Precisamos das instituições de comando e controle, tudo isso é muito importante. O Ministério Público fazer toda essa vigilância. Numa operação como a Lava Jato, não podemos deixar de aplaudir que, de fato, é uma operação corajosa e, pela primeira vez, pegou os políticos. Tem erros cometidos e, por isso, temos que debater muito a questão do abuso de autoridade. Não só de juízes, de promotores, mas também em todas as esferas de governo. Eu acho que todo abuso de delegado, professor, psicólogo, que seja do serviço público, nós não podemos permitir. Agora, a lei ser cumprida, ninguém vai barrar. Se atingir Francisco, tem que atingir também Chico. E daremos todo o reforço para que a corrupção sistêmica finalize definitivamente no país. Porque não rouba só dinheiro, rouba vidas, rouba saída, rouba remédio, rouba cirurgia, rouba escola em tempo integral. Temos que fazer uma ação duríssima com todas as instituições para acabar com a corrupção no país.”
  • Apoio à campanha #EleNão no segundo turno: “Nós não só defendemos a mulher brasileira, mas não aceitamos nenhum tipo de ataque às minorias. Só podemos exigir das pessoas caráter, lealdade, honestidade. O seu modo de viver cada um age de acordo com a sua consciência e seus princípios e não fazemos julgamento de nenhum ser humano. O nosso lema é governar pela paz e com amor. Com todo o respeito, eu também gostaria de expor, não temos movimento na rua, mas contra a candidatura do PT nesse momento. Eu que lutei contra o impeachment da presidente Dilma, por julgá-lo incorreto na época e faria tudo novamente, mas acho que o PT está brincando à beira do abismo. Não tem a menor condição de Haddad, que é uma pessoa que tenho proximidade, mas que não soube governar São Paulo, foi reprovado como o pior prefeito da maior capital da América Latina, não terminou o ensino médio e já está querendo fazer pós-graduação. Presidência da República não é escola para ninguém. Se não deu conta da capital, precisa repetir o ano para aprender a ser melhor gestor para depois tentar se eleger presente da República.”
  • Aliança eleitoral com partidos adversários: “Acho que isso é inadmissível por isso que as pessoas, especialmente as mulheres, estão revoltadas com a política – e com muita razão. Esse tipo de comportamento, depois de uma luta, de choro, de uma guerra – claro que não sangrenta–, agora estamos vendo o candidato Haddad com todos aqueles que chefiaram o impeachment no país. Para quem lutou e acreditava na honestidade da presidente Dilma, independentemente dos seus erros na política e dos diversos erros na economia, isso nos dá desânimo. Alguém me pergunta: o que você faria com alguém que te acusou de corrupta e te tirou da cadeira de de presidente? Eu sinceramente jamais, nem sequer conversaria com essa pessoa, já que eu acredito que houve mesmo um golpe. Se eu de fato acreditar no golpe, acho que é inadmissível, dois aninhos depois, você se abraçar e se atracar com essas pessoas. Dá vontade de desistir de tudo. Dou muita razão aos nossos eleitores.”
  • Política externa: “Com relação ao comércio mundial, nos últimos 15, 20 anos não tivemos absolutamente nada que pudesse promover as exportações. […] Somos um país ‘ultrafechado’ e as nossas transações, exportação menos importação, não passam de 18% do PIB. É a fotografia de um país atrasado nessas relações, sendo que um país aberto é 35%. Em Singapura é 240% do PIB. […] Representamos apenas 2% de todo o comércio mundial. Se não fosse o agronegócio, representaríamos menos de 1% do comércio mundial. Isso significa uma indústria frágil, fraca, inexistente. […] Precisamos de acordos laterais que vão dar ao Brasil competitividade.”
  • Reforma da Previdência: “O tempo de aposentadoria será diferenciado para as mulheres, policiais, professores e trabalhadores rurais, que são profissões muito diferentes e a mulher pelo exagero de horas trabalhadas durante o mês. A mulher fica extra 92 horas sem remuneração trabalhando em casa e os homens, apenas 42 horas. Então, queremos diferenciar essas categorias e pessoas. Na verdade, não sabemos e não temos o número exato. Por volta de 5 anos talvez entre um e outro, mas queremos mudar o sistema de repartição, que é hoje, para o de capitalização. Vai ter uma transição, vai ter um teto e as pessoas vão poder optar por aumentar ou não a sua aposentadoria. Então, essa é uma maneira moderna que o mundo todo faz.”

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