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Léo Dias

Crônicas do Léo Dias

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Crônicas do Léo Dias

Dizem que sou louco…

 

Parece mentira o que eu vou falar, mas não é. Por mim, eu apareceria cada vez menos na TV. Nessa nova função, adoraria trabalhar apenas por trás das câmeras, até porque, é mais excitante. Ficar olhando aquela tela do Ibope minuto a minuto é algo viciante. Mas a direção da RedeTV quer e acha necessário que eu marque presença no Fama. Eu entendo. Tenho realmente muita experiência no que faço, sou espontâneo e extremamente verdadeiro. Mas não gosto de me ver na TV. Eu sei que sou estranho, não sou normal, faço caras e bocas, grito, gesticulo demais, mexo insistentemente no celular… enfim, sou uma negação para a TV. Mas afinal, porque eles querem que eu fique no ar?
Dia desses, Kaká Marques, diretor da RedeTV, me falou uma frase que me marcou: “TV é o lugar de ver o que as pessoas querem ser e não tem coragem”….. Hummm “Mas ninguém quer ser igual a mim”, retruquei, reafirmando a minha explícita loucura. E ele completou: “E TV é lugar de gente normal?”
Um belo dia apareci na emissora de bermuda e tênis, afinal, o calor era infernal. Fui informado que só poderia entrar se estivesse de calça. “Mas você pode”, ouvi. E entrei. Porque eu posso? Porque eu não sou normal? Aliás, porque as pessoas me taxam como louco? Fora a questão das drogas, eu me acho super normal. Quer dizer, mais ou menos.
A sociedade não está preparada para ouvir a verdade sobre tudo. Eu não entendo muito bem isso, mas as pessoas sentem a necessidade de manter uma vida de aparências, de separar bem a pessoa física da jurídica. E eu acho que a minha função como jornalista é desconstruir tudo.
Eu lembro de uma notícia que eu dei que mudou a minha vida de jornalista e de todas as pessoas envolvidas. Um belo dia eu recebi a informação de um artista amigo que o Zezé Di Camargo tinha uma amante há nove anos. O Zezé posava de família feliz a cada mês na capa da Caras. Quem seria o louco para desconstruir aquela imagem? “Dois filhos de Francisco” havia acabado de sair de cartaz, como um dos longas mais assistidos da historia. Eu seria apedrejado em praça pública se publicasse tal informação. Ninguém confirmava em ON, mas eu tinha certeza que era verdade. Tinha o nome dela: Gracielle Lacerda. Vivi um dilema por vários dias. Mas decidi publicar.
Meu amor, minha virou um inferno por algumas semanas. Fui xingado de tudo quanto é nome. Levei três processos do Zezé. Todos me chamavam de louco, destruidor de família, de mentiroso… Eu não tinha como provar o que eu dizia, mas eu afirmava que era verdade.
Meses depois, a verdade aos poucos vinha à tona. Devagar… Um ano depois, Zilu se deu conta de que tudo aquilo que eu escrevera era verdade. Ela terminou o casamento de conto de fadas. Culpa minha? Claro que não. Eu fui o mensageiro. E, olhando para trás, fiz um favor na vida do casal que está junto até hoje. Gracielle e Zezé, hoje, me tratam super bem e nossa relação é a melhor possível. Zilu não me tolera.
Outro exemplo: sexta feira de Carnaval no Brasil. Coluna Retratos da Vida, assinada por um desconhecido Leo Dias, afirma: “Daniela Mercury está namorando uma arquiteta de Nova York”. Imagine a confusão. Por volta de 3 da tarde, a cantora entra ao vivo por telefone na Band. Ela disse que eu não valia nada, que era um irresponsável, não poderia ser chamado de jornalista e aquela era a maior mentira da face da Terrra. Até eu passei a duvidar do que havia publicado, mas a minha fonte nunca errara antes. Mais uma vez, fui execrado publicamente. E chamado de louco. Foi essa minha loucura que me trouxe até aqui.

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