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Coronavírus motiva ministério a discutir regras de UTIs e cirurgias

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Coronavírus motiva ministério a discutir regras de UTIs e cirurgias

Medidas serão detalhadas nesta sexta-feira

O Ministério da Saúde vai anunciar nesta sexta-feira (13) novas regras para uso das vagas em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A medida, antecipada hoje (12) pelo secretário-executivo da pasta, João Gabbardo Reis, sem mais detalhes, integrará o conjunto de normas para o campo da assistência de média e alta complexidade que o órgão adotará por conta da pandemia de novo coronavírus (Covid-19).

“Queremos usar melhor os leitos da UTI. Os critérios de admissão e de saída dos leitos de UTI serão modificados. Em uma situação como esta, não vamos manter em leitos de UTI pacientes terminais. Não vamos manter em leitos de UTI pacientes que não teriam que ocupar estes leitos”, disse Gabbardo.

Segundo o secretário, o ministério também estuda “interferir” na indicação de cirurgias eletivas, recomendando o adiamento dos procedimentos cirúrgicos cujos pacientes podem esperar. “Não tem sentido, neste momento, falarmos em cirurgias eletivas. Além de precisarmos dos leitos para o coronavírus, não vamos colocar dentro de um hospital, de forma desnecessária, um paciente que pode esperar para fazer o procedimento”, disse Gabbardo, afirmando que a proposta será discutida com os estados e com as entidades médicas.

De acordo com o secretário, as medidas visam a uma “utilização mais racional” dos recursos disponibilizados à média e alta complexidade em uma “situação de emergência” que, segundo ele, justifica modificações nas normas em vigor.

Ainda segundo Gabbardo, o grau de “preocupação” do ministério com a questão dos leitos de UTI aumentou nas últimas semanas. Tanto que a pasta ampliou de 1 mil para 2 mil o número de vagas a serem alugadas de hospitais particulares por meio de licitação. O aluguel de 1 mil leitos para atender a pacientes infectados pelo vírus foi feito no fim de janeiro. Na ocasião, ainda não havia nenhum caso da doença confirmado no país, embora ao menos nove casos suspeitos já estivessem sendo investigados.

 

 

 

EBC

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