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Consórcio Ricketts se retira da corrida pela compra do Chelsea

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Consórcio Ricketts se retira da corrida pela compra do Chelsea

Últimas ofertas foram entregues hoje e restam três interessados

Um consórcio liderado pela família Ricketts, dona do Chicago Cubs, se retirou da corrida para comprar o Chelsea, clube da Premier League, disse a família nesta quinta-feira (15). Agora, restam três interessados.Consórcio Ricketts se retira da corrida pela compra do ChelseaConsórcio Ricketts se retira da corrida pela compra do Chelsea

As últimas ofertas pelo clube foram enviadas na quinta (15). A equipe foi colocada à venda pelo dono, Roman Abramovich, antes de o governo britânico impor sanções ao oligarca devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.

A família Ricketts, que havia se juntado aos bilionários norte-americanos Ken Griffin e Dan Gilbert, fez uma oferta em dinheiro e havia sido incluída na lista final de quatro interessados produzida pelo banco norte-americano Raine Group, que está supervisionando a venda.

“O grupo Ricketts-Griffin-Gilbert decidiu, após um processo de deliberação cuidadoso, não fazer uma oferta final pelo Chelsea F.C”, informou o comunicado. “Enquanto finalizavam a proposta, ficou muito claro que certos problemas não poderiam ser solucionados dada a dinâmica atípica do processo de venda. Temos uma grande admiração pelo Chelsea e seus fãs e desejamos tudo de bom aos novos proprietários.”

Com a surpreendente retirada da família Ricketts, restam como interessados no Chelsea os grupos liderados por Todd Boehly, um dos donos do LA Dodgers; o ex-chairman do Liverpool, Martin Broughton; e um dos proprietários do Boston Celtics, Steve Pagliuca.

A família Ricketts se reuniu com grupos de torcedores após surgirem notícias de que 77% dos membros do Chelsea Supporters’ Trust (CST) não apoiavam sua oferta pelo clube.

A reação ocorreu em resposta a um vazamento de emails de 2019, em que o empresário Joe Ricketts descreveu muçulmanos como seus “inimigos”. Joe não estava envolvido na oferta pelo Chelsea, que era liderada por seus filhos Laura e Tom.

No entanto, fontes próximas ao negócio disseram à Reuters que a retirada não foi causada pela reação dos torcedores, mas por diferenças entre os membros do consórcio.

Eles ressaltaram uma lista de comprometimentos se a oferta fosse bem-sucedida, dizendo que jamais permitiriam que o clube da Premier League participasse de uma Super Liga europeia, enquanto também avaliavam a opção de remodelar o estádio Stamford Bridge.

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Agencia Brasil

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