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Com salário e vale-transporte atrasados, merendeiras de escolas de São Paulo dependem de doações para ir ao trabalho

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Com salário e vale-transporte atrasados, merendeiras de escolas de São Paulo dependem de doações para ir ao trabalho

A Prefeitura de São Paulo informou que está tomando as providências jurídicas e administrativas para rescindir o contrato com a empresa terceirizada responsável pelo pagamento das funcionárias.

Merendeiras de uma empresa terceirizada que presta serviço em escolas da cidade de São Paulo estão dependendo de doações para conseguir se deslocar até o trabalho. Isso porque, segundo elas, os salários e a recarga do vale-transporte estão atrasados.

Lais Kerry, presidente do Conselho Escolar do Centro de Educação Infantil Campos Tauil, na Zona Sul, disse que as profissionais também relatam falta de cesta básica e do 13º.

“Essa semana, a diretora da escola tirou dinheiro do bolso pra poder garantir o vale-transporte de três merendeiras. Sem elas, não tem atendimento das crianças”, disse Kerry.

 

As merendeiras não quiseram dar entrevista por medo de retaliação.

“Estamos indo atrás disso, de uma maneira certa de ajudar, mas o certo é elas terem dignidade e receberem tudo no dia certo”, apontou Leila Azevedo, membro do Conselho de Pais e Mestres da EMEI Heitor Villa-Lobos, que também sofre com o problema da falta de pagamentos das merendeiras.

A empresa responsável é a Singular Gestão de Serviços, que atende cerca de 260 unidades de ensino infantil e fundamental nas Zonas Sul e Leste da capital.

No fim de julho, ela assinou uma prorrogação de mais 12 meses com a Prefeitura de São Paulo para prestar os serviços de alimentação e nutrição escolar. O valor pode chegar a R$ 143 milhões. É o quinto ano seguido que a parceria é renovada sem necessidade de licitação.

A Coordenadoria de Alimentação Escolar de São Paulo disse que “o procedimento é praxe, tendo em vista os tempos necessários para a conclusão de processos licitatórios de alimentação, que via de regra são complexos e demorados”.

A empresa é de São João de Meriti, no Rio de Janeiro, e presta serviço também para a Prefeitura do Rio e para o governo carioca. As funcionárias do estado vizinho reclamaram do mesmo problema nos pagamentos este ano.

“É difícil a gente pensar que as pessoas que alimentam as nossas crianças vêm trabalhar com esse tipo de preocupação”, declarou Lais Kerry.

 

A produção do SP1 questionou a Singular sobre a falta de pagamentos, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

A Prefeitura de São Paulo disse que está tomando as providências jurídicas e administrativas para rescindir o contrato com a empresa, que está em busca de uma parceira substituta e que a Singular será multada e pode ser impedida de participar de novas licitações.

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G1

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