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Política

Cidadãos, gestores e servidores ganham três novas plataformas digitais

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Cidadãos, gestores e servidores ganham três novas plataformas digitais

Ferramentas unificam informações e agregam conteúdos formativos

O governo federal lançou três novas plataformas digitais nesta segunda-feira (21), durante evento no Palácio do Planalto, que contou a presença do presidente Jair Bolsonaro e diversas autoridades. O Sistema Integrado Nacional de Direitos Humanos (Sindh), o Portal das Organizações da Sociedade Civil (Portal OSC) e a Escola Federativa são as novas ferramentas para acesso de cidadãos, servidores públicos e gestores de entidades sem fins lucrativos.Cidadãos, gestores e servidores ganham três novas plataformas digitaisCidadãos, gestores e servidores ganham três novas plataformas digitais

O SINDH é uma iniciativa do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos que unifica as principais informações e ambientes virtuais relacionados com as políticas públicas de direitos humanos do país. Segundo a pasta, os usuários do serviço poderão conhecer, participar e acessar as políticas de direitos humanos, além de solicitar adesão ou inscrição nas iniciativas que possam ser implementadas em seu município ou estado.

De acordo com a ministra Damares Alves, trata-se de uma estrutura interativa de gestão da informação e de operacionalização de política públicas.

“O sistema, como o próprio nome diz, integra e unifica, em ambientes virtuais, todos os outros sistemas de direitos humanos que já existem. Posso citar o Sistema Nacional de Direitos Humanos, o Sistema Nacional de Igualdade Racial, o Sistema Nacional Socioeducativo, o Sinase. Nós temos vários sistemas que compõem a Política Nacional de Direitos Humanos e, hoje, estamos entregando para o Brasil um sistema único, onde qualquer cidadão poderá acessar e encontrar os demais sistemas”, explicou Damares.

Direitos Humanos

O Sindh promove o agrupamento de diferentes plataformas: o Portal de Conteúdos em Direitos Humanos, o Sistema Nacional de Direitos Humanos, o Sistema Integrado da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos e a Plataforma de Interação Social em Direitos Humanos.

No Portal de Conteúdos em Direitos Humanos, o usuário encontra publicações editoriais e material audiovisual produzidos pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e seus parceiros. Já no Sistema Nacional de Direitos Humanos, é possível fazer o cadastro de pessoas físicas e jurídicas, públicas e privadas, para adesão às políticas desenvolvidas pela pasta, como a criação de conselhos e fundos municipais.

O Sistema Integrado da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos é a plataforma oficial do governo federal para recebimento, registro, tratamento e encaminhamento de denúncias de violação de direitos humanos. Nele estão a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) e o Disque Direitos Humanos (Disque 100).

A Plataforma de Interação Social em Direitos Humanos é um ambiente virtual que oferece cursos gratuitos de formação, capacitação e qualificação em direitos humanos e de informações e oportunidades de participação social nas diversas temáticas relacionadas à promoção, defesa, proteção e enfrentamento de violações de direitos.

Sociedade civil

O Portal das Organizações da Sociedade Civil é uma ferramenta sob gestão da Secretaria de Governo (Segov) da Presidência da República e tem a finalidade de oferecer cursos gratuitos sobre acesso à legislação, guias de captação de recursos, informações sobre programas federais e editais de apoio a projetos, entre outras informações para entidades do terceiro setor que atuam no país.

Ao todo, cerca de 800 mil entidades da sociedade civil atuam como agentes de políticas públicas e poderão ter na plataforma um ambiente virtual de referência para a busca de informações.

“Esse portal cumpre ainda a recomendação do Comitê de Assistência ao Desenvolvimento da OCDE [Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico] de fortalecer os atores que levam desenvolvimento econômico e social a lugares de difícil acesso”, afirmou a ministra-chefe da Segov, Flávia Arruda.

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Agência Brasil

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