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Esportes

Chá de romã: como fazer e para que serve

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Chá de romã: como fazer e para que serve

Aprenda receita com as sementes da fruta, que ajuda no tratamento de dores de garganta, na redução da pressão arterial e na recuperação muscular após o treino, entre outros benefícios

Originária do Oriente Médio e típica de festividades natalinas, a romã (punica granatum) é uma fruta com bastante potencial nutritivo, inclusive voltado para o esporte. Rica em vitaminas e capaz de proporcionar potentes propriedades imunológicas e anti-inflamatórias, ela pode atuar em diferentes aspectos, como na prevenção de doenças crônicas, aumento da imunidade, respostas do corpo a estresses fisiológicos e até mesmo no desempenho esportivo. A fruta é ainda um vegetal bastante versátil, podendo ser consumida em diferentes formas: in natura, suco, chá, extrato líquido e suplementação em pó.

Receita de chá de sementes de romã

 

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de sementes trituradas de romãs
  • 1 xícara de água quente

 

Modo de preparo:

  1. Abra algumas romãs e retire as sementes;
  2. Triture as sementes da fruta num mixer ou processador;
  3. Guarde as sementes trituradas em um pote com tampa. Elas poderão ser armazenadas na geladeira por até um mês;
  4. Ferva a água e coloque em uma xícara;
  5. Coloque duas colheres de sopa das sementes trituradas na uma xícara com água quente;
  6. Tampe a xícara por quinze minutos;
  7. Beba.

 

Valor energético: 58 kcal.

Nutrientes

 

  • Vitaminas A, do complexo B, C, E e K;
  • Minerais como potássio, cálcio e ferro;
  • Proteínas;
  • Fibras;
  • Acido fólico;
  • Polifenóis.

 

Benefícios

 

  1. Aumento da imunidade e da atividade anti-inflamatória;
  2. Melhora na recuperação muscular e articular após o treino;
  3. Melhora na circulação sanguínea, ajudando o desempenho esportivo em treinos de força e resistência;
  4. Prevenção de doenças crônicas no sistema cardiovascular e alguns tipos de cânceres;
  5. Aliada no controle da pressão arterial e de diabetes;
  6. Remédio natural para dores de garganta;
  7. Redução dos sinais de envelhecimento devido à sua ação oxidante.

 

Contraindicações

 

  • Gestantes e lactantes;
  • Pessoas com insuficiência renal;
  • Crianças pequenas;
  • Portadores de doenças cardíacas, pois apesar de ajudar na sua prevenção, ela não é recomendada para pacientes que já as tenham.

 

O papel da romã no desempenho esportivo

 

Chá de sementes é usado para ajudar no tratamento de dor de garganta e ainda melhora na circulação sanguínea, ajudando o desempenho esportivo em treinos de força e resistência — Foto: Istock Getty Images

Chá de sementes é usado para ajudar no tratamento de dor de garganta e ainda melhora na circulação sanguínea, ajudando o desempenho esportivo em treinos de força e resistência — Foto: Istock Getty Images

De acordo com a nutricionista esportiva Christine Marinho Lemos, que ensinou a receita acima, a suplementação dietética da romã é capaz de promover uma série de benefícios à saúde de quem a consome. Até agora, os principais estudos realizados sobre ela foram acerca do seu suco e do seu extrato, mas ela também pode ser consumida em outras formas, como o chá e a suplementação em pó, com a tendência de gerar os mesmos benefícios e com uma concentração de nutrientes maior do que a fruta in natura.

Uma de suas principais características é a grande quantidade de polifenois, fitoquímicos antioxidantes que, entre outras coisas, ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares e diabetes e nas respostas do organismo a inflamações e outros estresses fisiológicos. Desta forma, ela também pode ser de grande ajuda na recuperação do corpo após a realização de atividades físicas.

– A suplementação parece ser eficaz para melhorar as respostas fisiológicas em indivíduos que apresentam estresse fisiológico, como doenças cardiovasculares, estresse oxidativo, inflamação celular ou danos articular e muscular. Comparado com outros nutracêuticos como chá verde, vinho tinto e sucos de laranja, mirtilo e cranberry, os suplementos de romã aparecem conferindo efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios mais potentes – relata Christine, que explica o papel da fruta na melhora da recuperação muscular pós-treino: – O exercício físico é um estressor fisiológico potente e multifacetado. Uma vez que a suplementação parece eficaz em melhorar inúmeras respostas fisiológicas, ela pode ter potencial como auxílio ergogênico e de recuperação. Entretanto, estudos que avaliam os efeitos no desempenho e recuperação ainda são limitados.

Ainda que se tratem de conclusões preliminares, esta dupla função da fruta para desempenho e recuperação faz com que o seu consumo possa ser recomendado tanto antes quanto depois da atividade física. Ainda não existem estudos mais específicos sobre o chá, mas as impressões extraídas de pesquisas acerca da suplementação através do suco da fruta são promissoras.

– Os trabalhos científicos indicam que a Romã tem o potencial de melhorar o desempenho em exercícios de resistência, bem como os exercícios de força, além de acelerar a recuperação pós-exercício, conferindo efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios e melhorando as respostas cardiovasculares durante e após o exercício. No entanto, os efeitos positivos da suplementação são mais prováveis quando o suco de romã é ingerido pelo menos 60 minutos antes do exercício. Portanto, a inclusão de 750 ml/dia de suco de romã, rico em polifenóis, na dieta de pessoas ativas, pré-treino (pelo menos 60 minutos antes do exercício) e pós-treino (durante as 48horas), pode ser benéfica para o desempenho físico e recuperação muscular durante e após as atividades físicas. No entanto, mais pesquisas são necessárias para avaliar como a suplementação crônica impacta nas adaptações fisiológicas e de desempenho ao treinamento físico para ajudar a otimizar as diretrizes de suplementação – explica.

Fonte: Christine Marinho Lemos é nutricionista graduada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Mestre em Ciências Médicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Especialista em Nutrição Esportiva e em Nutrição Clínica, atua em áreas como obesidade, vias de sinalização insulínica, resistência à insulina, nutracêuticos e nefropatia diabética.

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Fontes: Ge – Globo Esporte.

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