Siga nossa Redes
xvideos4.pro julia jerez de garcia salinas.
ngentot pagkantot sa magandang kapitbahay.
www.hotdesimovs.com blowjobs and pussy play.

Sem categoria

Cerca de 50% das vítimas de acidente de trânsito atendidas no Lucy Montoro perdem movimentos, diz pesquisa

Publicado

em

Cerca de 50% das vítimas de acidente de trânsito atendidas no Lucy Montoro perdem movimentos, diz pesquisa

Maioria das vítimas esteve envolvida em acidente de moto, é homem e tem até 40 anos. Centro em Rio Preto atende, em média, 800 pessoas por mês.

Uma pesquisa divulgada pelo Centro de Reabilitação Lucy Montoro apontou que, nos últimos cinco anos, 50% das pessoas que sofreram acidentes de trânsito – com carro, moto ou caminhão – ficaram paraplégicas ou tetraplégicas e 30% das vítimas tiveram complicação ortopédica e precisaram fazer alguma amputação.

O centro oferece reabilitação às pessoas com deficiência ou doenças potencialmente incapacitantes, por meio de uma equipe multidisciplinar, composta por médicos fisiatras, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, assistentes sociais e outros profissionais especializados em reabilitação.

Em Rio Preto, os pacientes devem ser encaminhados pelo Hospital de Base, Núcleo de Reabilitação, Ame, Are e Drs. São feitos, em média, 800 atendimentos gratuitos por mês.

De acordo com a pesquisa, do total de pacientes atendidos na Rede Lucy Montoro acidentados no trânsito, metade estava em motocicleta, tem de 20 a 30 anos, sendo 75% homens. Caso de Caue Rodrigues Antunes, de 25 anos, que sofreu um acidente de moto há 9 meses. Ele estava na garupa quando o motorista de um carro bateu na traseira.

Segundo pesquisa, 50% das pessoas que sofreram acidentes de trânsito ficaram paraplégicas ou tetraplégicas (Foto: Reprodução/TV TEM)

Segundo pesquisa, 50% das pessoas que sofreram acidentes de trânsito ficaram paraplégicas ou tetraplégicas (Foto: Reprodução/TV TEM)

Caue foi arremessado em cima de outro veículo e depois caiu na pista. Ele teve traumatismo craniano, várias fraturas e ficou paraplégico. “Me lembro que vi um farol, muito de longe, vindo rápido e aí bateu em mim”, diz. A fisoterapia tem ajudado na recuperação dele. Embora dependa da cadeira de rodas, ele considera toda pequena conquista como superação. “Lavar uma louça, tomar banho sozinho, subir e descer da cama, qualquer coisinha básica já é bom”, afirma.

A diretora do Lucy Montoro em Rio Preto, Regina Helena Chueire, diz que os pacientes ficam em média de seis meses a um ano em tratamento. “O que a gente vê é que são adultos na fase melhor da sua vida, produtiva, na universidade ou trabalhando. A reabilitação não é só colocar prótese, é todo o impacto social e psicológico que esse dano traz ao paciente, além de que alguém da familia ter de parar de trabalhar para ficar com o paciente”, diz.

mais lidas