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Cem milhões

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Cem milhões

Por Rodrigo Constantino

Cem milhões

 

“Brasil chega a 100 milhões de totalmente vacinados e supera EUA na proporção de imunizados”, dizia a manchete do Estadão. “Quase metade da população já recebeu duas doses ou dose única contra a covid-19. Especialistas destacam Programa Nacional de Imunização forte e bem estruturado”, acrescentava o jornal. A reportagem estava com menos destaque do que a chamada que colocava o presidente Bolsonaro como um “antivax” que felizmente era ignorado pelos maiores centros do país.

Nossa velha imprensa vive de narrativas, mas eis o fato: o Brasil é um dos países que mais vacinaram no mundo, e isso se deve ao trabalho de execução do governo federal. Quanto à postura de Bolsonaro de não querer se vacinar, ele tem total direito como cidadão e indivíduo, e está do lado da ciência quando lembra que já contraiu a doença e possui imunidade natural. O que a mídia quer é sinalização de “virtude”, adesão cega ao lobby das vacinas.

Vamos resgatar outros fatos incômodos: a turma “Doriana” vendeu a vacina como uma panaceia, o governador de São Paulo chegou a escrever nas redes sociais que era garantido evitar internação e óbito com a imunização, e até o Butantã foi na mesma linha, fazendo promessas irreais e levianas. Milhares de pessoas, porém, já morreram com Covid mesmo após a vacinação completa. Países que eram elogiados por sua rápida vacinação, como Israel, Inglaterra e Estados Unidos, viram surtos de internação e mortes com a variante Delta, a mesma que assolou o Brasil antes.

Um estudo britânico recente mostra que a vacina reduz o risco de morte, mas não é como a narrativa dos crentes alega, de que as mortes são praticamente todas de não vacinados. Considerando-se os maiores de 50 anos, 77,79% dos mortos estavam vacinados. O ponto central: o sujeito que toma a vacina e acha que, por isso, está completamente a salvo é um negacionista que ignora a ciência.

Quando encaramos os fatos, vemos que os dogmas morrem. Não é uma questão de “vacina ou tratamento”, portanto, mas sim de compreender com mais humildade que ainda sabemos pouco sobre a nova pandemia. O debate, porém, foi interditado por jornalistas arrogantes, governantes autoritários e lobistas, todos rotulando como “negacionista” aquele que faz perguntas incômodas e não aceita bovinamente as “verdades” enfiadas goela abaixo do povo pela imprensa.

Não se pode mais sequer questionar as vacinas! E governos ainda querem impor um passaporte vacinal sem sentido, já que vacinados também pegam e transmitem o vírus. Isso sem falar da vacinação apressada de adolescentes, lembrando que nos Estados Unidos morreram menos de 500 pessoas com até 18 anos de Covid, isso em 18 meses de pandemia para uma população superior a 70 milhões nessa faixa etária. Um risco ínfimo, quase insignificante, que não justifica transformar nossos filhos em cobaias.

 

 

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