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Casos de Covid em Serrana, SP, triplicam em outubro, mas mortes seguem em patamar baixo

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Casos de Covid em Serrana, SP, triplicam em outubro, mas mortes seguem em patamar baixo

Cidade que participa de projeto de vacinação em massa teve no último mês 563 novas infecções, maior número desde março. Óbitos têm tendência de queda desde abril. Especialista reforça que vacina continua protegendo contra forma grave da doença.

Serrana (SP), cidade escolhida para o Projeto S do Instituto Butantan de vacinação em massa contra a Covid-19, viu os casos da doença mais do que triplicarem entre os últimos meses de setembro e outubro. Por outro lado, as mortes não acompanharam o mesmo ritmo de crescimento e permaneceram em baixa.

De acordo com boletins epidemiológicos divulgados pela Secretaria de Saúde, a cidade fechou outubro com 563 casos confirmados de Covid, contra 179 em setembro. Um número tão alto não era observado desde março deste ano, quando foram 692 confirmações.

Já em relação aos óbitos, houve uma ligeira queda entre o nono e o décimo mês de 2021: quatro contra três, índice mais baixo desde julho, que registrou dois. As mortes na cidade apresentam tendência de redução desde abril de 2021, mês em que a primeira etapa da vacinação em massa chegou ao fim.

Os números foram contabilizados até quinta-feira (11), ou seja, ainda podem ter sido registrados óbitos que serão divulgados posteriormente pelos governos municipais. Desde o começo da pandemia, Serrana soma 5.591 infecções e 115 mortes.

Veja no gráfico a evolução de casos e óbitos em Serrana em 2021:

Casos e mortes de Covid-19 em Serrana, SP, em 2021
Veja os dados contabilizados em cada mês até outubro
QuantidadeCasosMortesJaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunhoJulhoAgostoSetembroOutubro0200400600800
Fonte: Secretaria de Saúde de Serrana

Vacina continua protegendo contra casos graves

 

O diretor da Fiocruz, Rodrigo Stabile, considera que o aumento do número de casos já era esperado diante do aumento da circulação de pessoas com a flexibilização das atividades. Sobre sobre a possibilidade de a subida estar relacionada com uma eventual queda na proteção da vacina, ele descarta a ideia.

“A vacina protege contra mortes e casos graves. Casos leves e moderados a gente continua tendo. Como a gente teve muitos casos que foram protegidos pela vacina, a gente chegou em um momento que é basal. Esse momento basal vai oscilar para cima ou para baixo, dependendo das medidas de circulação das pessoas.”

 

A secretária de Saúde de Serrana, Leila Gusmão, também acredita que o aumento do número de casos se deve à circulação mais intensa. Ela diz que os imunizantes seguem protegendo contra as formas graves da doença, evitando internações e mortes na cidade.

Segundo Gusmão, até terça-feira (9), Serrana tinha oito pacientes internados, sendo sete deles em enfermarias e um, em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sem necessidade de entubação.

“Não acredito [queda na proteção da vacina]. A pesquisa desenvolvida pelo Projeto S já comprovou a eficácia da vacinação em massa. O vírus continua circulando, e as pessoas continuarão se contaminando. Porém, o reflexo está no não desenvolvimento de forma grave da doença.”

 

Produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, CoronaVac foi aplicada em massa em moradores de Serrana (SP) — Foto: Instituto Butantan/Divulgação

Retomada das atividades e retirada das máscaras

 

Apesar do crescimento de casos, Stabile considera aceitável a retomada de atividades e eventos, como uma maneira de avaliar a evolução da doença. Porém, ele repudia a possibilidade de retirada de alguns protocolos sanitários, principalmente o uso de máscaras.

“Existem algumas medidas que são altamente políticas. A liberação do uso de máscaras, por exemplo, é uma delas. Não tem necessidade. Se a gente fala de um vírus respiratório e transmitido de pessoa para pessoa, máscara seria o último item a cair do portfólio de funções.”

A secretária de Saúde assegura que Serrana acompanhará as orientações do governo de São Paulo se confirmado o fim da obrigatoriedade do uso da máscara em ambientes externos no início de dezembro.

A proposta, defendida pelo grupo de especialistas que orientam a gestão de João Doria (PSDB), está condicionada à elevação do índice de pessoas com a vacinação completa no estado.

Além da imunização, o relaxamento da medida depende da manutenção de tendência de queda de casos, internações e mortes em decorrência da Covid.

“Penso que deve ser observado e avaliado o impacto no desenvolvimento da forma grave da doença. Se permanecer o quadro atual, o município, com certeza, apoiará as medidas estabelecidas pelo governo do estado através do decreto.”

Obrigatoriedade do uso da máscara em ambientes externos pode chegar ao fim no estado de São Paulo no início de dezembro — Foto: Getty Images via BBC

Obrigatoriedade do uso da máscara em ambientes externos pode chegar ao fim no estado de São Paulo no início de dezembro — Foto: Getty Images via BBC

A secretária ainda destaca que, no atual momento, a cidade não cogita a possibilidade de recuar na flexibilização das atividades. No entanto, pede que a população siga adotando os protocolos sanitários para que esse recuo não se torne necessário.

“O município apoia a retomada do desenvolvimento econômico e ressalta a importância dos protocolos sanitários: uso de máscara, assepsia das mãos, evitar aglomeração, porque nós sabemos que o vírus está no ar, e a gente sabe da contaminação. Porém, nós precisamos que o munícipe entenda a importância de todos os protocolos sanitários.”

Ao também defender a retomada dos setores, o diretor da Fiocruz, no entanto, alerta para a necessidade de as autoridades estarem atentas aos indicadores da pandemia.

“A liberação de eventos de massa, no momento que a gente passa da pandemia, é até um laboratório importante para a gente entender para que rumo ela vai, desde que os gestores tenham a capacidade de voltar atrás em qualquer recrudescimento da pandemia. Isso é importante.”

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G1

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