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Casos de cinomose disparam e mais de 200 cães morrem neste ano em Castilho

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Casos de cinomose disparam e mais de 200 cães morrem neste ano em Castilho

Doença ataca sistema nervoso dos animais e, após contágio, há poucas chances de cura.

Um surto de cinomose, doença que atinge cães e ataca o sistema nervoso, tem afetado animais de Castilho (SP). Após o contágio, há poucas chances de cura.

Segundo o Centro de Zoonozes da cidade, desde o início do ano mais de 200 cachorros já morreram em Castilho por causa da cinomose.

Em todo o ano passado, foram registrados 30 casos. A média de 30 casos registrados por ano era a considerada normal, mas este número tem sido registrado por mês.

O Centro de Zoonoses diz que não sabe o motivo, mas está preocupado porque durante o inverno as chances de contaminação aumentam.

A vacina tem de ser dada todos os anos e não é fornecida pelo Centro de Zoonoses. Cada dose custa de R$ 20 a R$ 60, por isso é importante seguir a recomendação do veterinário na hora de escolher de qual fabricante comprar.

Ester Kishi conta que uma cachorrinha foi deixada no portão de sua casa com leishmaniose. “Cuidei dela e passei a amá-la, mas quando ela foi diagnosticada com o vírus da cinomose não conseguimos salvar”, lembra.

A autônoma Regiane da Silva França perdeu sua cadela de estimação para a cinomose. “Ela estava grávida, abortou e uns dias depois morreu. Nem quero ter mais cachorro por enquanto, porque fiquei muito triste e só restou a lembrança”, lamenta.

O veterinário do Centro de Zoonoses Fernando Luís Jorge diz que a quantidade de animais doente realmente aumentou muito neste ano. A estimativa da prefeitura é de que na área urbana do município vivam em torno de 2,7 mil cães.

Sintomas

Para detectar a doença é preciso ficar atento a alguns sintomas da doença como vômito, diarréia com sangue, desânimo, falta de apetite e emagrecimento.

Um dos fatores que facilita a transmissão do vírus é tempo seco e frio, o que preocupa o município, já que a doença não tem cura e é altamente contagiosa.

“O clima nesta época é muito favorável e a vacinação é a única maneira de evitar a cinomose. Quando o animal contrai o vírus, sofre muito e, na maioria das vezes, é preciso sacrificar”, diz o veterinário.

Ele afirma que os donos precisam ficar atentos ao comportamento dos animais de estimação e se aparecer algum sintoma como febre, fraqueza, perda do apetite, sinais de vômitos e diarreia, procurar um veterinário. “A população tem que se conscientizar de que é preciso vacinar”, afirma.

Ester Kishi adora animais e perdeu uma cachorra para a cinomose (Foto: Reprodução/TV TEM)

Ester Kishi adora animais e perdeu uma cachorra para a cinomose (Foto: Reprodução/TV TEM)

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