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Brasil, um sistema viciado

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Por Marauê Carneiro*

 

Brasil, um sistema viciado

 

Para realizar a introdução desse manifesto que, provavelmente, não será dos mais agradáveis, não posso deixar de constatar que já entramos em mais um processo eleitoral importante para o destino do nosso país. É o momento da famosa  ‘janela’, quando alguns políticos realizam as suas mudanças de partido. Eles se equacionam para obterem o maior percentual possível de reeleitos, tentando se perpetuar no poder. Fiquem atentos!

Eu não poderia iniciar essa segunda fase do artigo, dos argumentos, sem antes passar por um dos importantes tópicos que contemplam a nossa reforma política, que é um assunto recente, recorrente, vicioso e um tanto quanto ´´manjado´´: o tal do Fundão Eleitoral! Aquele que foi aprovado no Congresso Nacional no valor de quase 5 bilhões de reais.

É o nosso dinheiro sendo utilizado pelos partidos, financiando políticos realizando suas campanhas eleitorais com conteúdos recheados de promessas e demagogia.

E, então,  fica a pergunta: o Brasil (incluindo Estados e Municípios), por acaso, possui os melhores indicadores de educação, segurança e saúde pública? Quais são de fato as nossas prioridades?

Existe uma linha de raciocínio sobre o fundo eleitoral (a qual eu respeito, porém discordo) que defende que o fundo eleitoral permite que candidatos menos favorecidos financeiramente possam enxergar nesse subterfúgio condições melhores para realizar  candidaturas mais competitivas e com maior visibilidade.

Sim, o dinheiro ainda é um critério importante para se construir uma candidatura estruturada, mas a realidade da velocidade da informação é outra.

Aterrissando nessa nova era, a transformação que a comunicação vem sofrendo a partir da era digital, principalmente através das redes sociais, faz com que hoje tenhamos inúmeras ferramentas gratuitas nas quais as pessoas conseguem criar a sua própria audiência, gerar conteúdo e construir seu público.

Nessas últimas eleições, por exemplo, dados evidenciam que tivemos muitos candidatos com campanhas caríssimas e resultados pífios. Por outro lado, também tivemos candidatos com campanhas criativas e baratas tendo sucesso nos resultados das urnas.

Para completar, não podemos deixar de citar um fato agravante sobre esse primeiro tema: a distribuição desses recebimentos é gerenciada pelos chefes dos partidos, mais conhecidos como os caciques.

Muitos deles utilizam essa verba milionária como querem, sem um mínimo de satisfação e transparência, sem falar naqueles que insinuam piadas com as prestações de contas obrigatórias. É como se fosse aquela arma brega, antiga e poderosa: o fundo eleitoral é uma moeda de troca que vem para coroar, construir o toma lá dá cá e usufruir do tradicional poder de barganha nas negociações. A extinção do fundo eleitoral ajudará na moralização da política e dos políticos brasileiros.

Se faz necessário pontuar e questionar alguns outros tópicos que também compõem os desafios de uma possível reforma política de VERDADE. Somente assim deixaremos de ser reféns e iremos combater de fato esse sistema viciado:

– Em qual gaveta de Brasília está o projeto que discute o fim do foro privilegiado?

– Será que 3 anos é suficiente para o Congresso Nacional apresentar  um novo processo meritocrático para se alcançar uma vaga no Superior Tribunal Federal?

–  O que aconteceu com a operação lava–toga, que tinha como propósito passar a limpo o Poder Judiciário do Brasil?

Essas são as perguntas que me faço constantemente e que me causam indignação.

Nós, cidadãos brasileiros, precisamos de união. Precisamos virar a chave, esquecer nossas diferenças, superar essa polarização sem viés ideológico; esse deve ser o nosso foco.

Existe um ditado que diz “para  se fazer omelete é preciso quebrar ovos”. E a população como um todo deve ser a protagonista. E aí, bora acordar o gigante?

 

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 Marauê Carneiro sócio fundador da www.kaxola.com

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