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Bolsonaro segue estável e tem alimentação oral suspensa, diz boletim médico

Redação

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Candidato do PSL postou nas redes sociais mensagem em que critica a violência contra professores.

Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PSL, está estável e teve a alimentação oral suspensa, informou boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein na manhã desta quarta-feira (12).

De acordo com o hospital, a suspensão momentânea da alimentação pela boca ocorreu “devido ao surgimento de uma distensão abdominal”. Dessa forma, o candidato volta a ter “alimentação parenteral (endovenosa) exclusiva até a próxima avalição”.

“O estado de saúde do paciente continua estável, sem febre ou outros sinais de infecção”, diz o boletim. “Os exames laboratoriais permanecem estáveis”, acrescenta a nota, assinada pelos médicos Antônio Luiz Macedo, cirurgião; Leandro Echenique, clínico e cardiologista; e Miguel Cendoroglo, diretor superintendente do hospital.

O presidenciável está internado desde sexta-feira (7) no hospital na Zona Sul de São Paulo se recuperando de uma facada levada durante ato de campanha no Centro de Juiz de Fora (MG) um dia antes.

Na terça (11), teve alta da UTI, indo para uma unidade de cuidados semi-intensivos.

Redes sociais

Nesta quarta, o candidato postou nas redes sociais mensagem em que critica a violência em sala de aula.

Infelizmente o professor e a professora hoje perderam sua autoridade em sala de aula. São muitos os relatos e registros de agressão, desrespeito e humilhação. Resgatar essa autoridade também é uma forma de valorizá-los. É preciso disciplina para avançarmos neste campo!

Em fevereiro 2014, Bolsonaro lançou candidatura avulsa para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Ele foi derrotado, por 10 votos a 8, pelo deputado Assis do Couto, que à época era do PT.

Na noite de terça, elogiou Olavo de Carvalho e a Operação Lava Jato. “Apoiar a Lava Jato é fundamental no combate à corrupção no Brasil. O fim da impunidade é uma das frentes que estanca o problema, outra é atacar a corrupção na sua raiz, pondo fim nas indicações políticas do governo em troca de apoio. Nós temos a independência necessária para tal!”, disse.

Foto postada por filho de Jair Bolsonaro em 8 de setembro mostra candidato em poltrona do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, fazendo sinais de armas — Foto: Reprodução/Twitter/Flavio Bolsonaro

Foto postada por filho de Jair Bolsonaro em 8 de setembro mostra candidato em poltrona do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, fazendo sinais de armas — Foto: Reprodução/Twitter/Flavio Bolsonaro

Recuperação em hospital de SP

Segundo a cúpula do Hospital Albert Einstein, os principais riscos que serão monitorados são pneumonia (pois o candidato ficou muito tempo em choque e perdeu cerca de 2 litros de sangue) e infecção (por causa do vazamento de massa fecal na cavidade abdominal).

A previsão de internação é de sete a dez dias. A retomada das atividades só deve ocorrer 20 dias após a data de internação. Depois da alta, o candidato será submetido a outra cirurgia de grande porte para “reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia”.

A realização da operação já estava prevista para depois que o candidato tiver alta. Segundo médicos ouvidos pela reportagem, a cirurgia só deve acontecer daqui a dois meses. Nesse meio tempo, Bolsonaro seguirá com a bolsa externa ligada à barriga.

Colostomia: entenda o procedimento pelo qual passou Bolsonaro — Foto: Igor Estrella e Alexandre Mauro/G1

Colostomia: entenda o procedimento pelo qual passou Bolsonaro — Foto: Igor Estrella e Alexandre Mauro/G1

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