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Bioeconomia: perspectivas para o Brasil

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colunista leonardo campos

Por Leonardo Augusto de Campos*

 

Bioeconomia: perspectivas para o Brasil

 

A concepção de produtos, processos e serviços mais sustentáveis e que, portanto, minimizam os impactos ambientais são os fundamentos da Bioeconomia. Esse tema nunca foi tão atual e necessário, ao final, a escassez e finitude de recursos determina uma dinâmica na qual a sobrevivência humana depende da nossa relação com o planeta em que vivemos.

 

A Bioeconomia propõe um novo modelo de produção, mais eficiente e sustentável. Este modelo emprega materiais com menor impacto extrativo e que podem ser reaproveitados ou reciclados ao final do seu ciclo de vida, bem como o uso de energias renováveis na fabricação. Estas ações abrem infinitas possibilidades!

 

No Brasil, as oportunidades são muito promissoras já que, segundo o Ministério do Meio Ambiente, temos 20% das espécies catalogadas em todo o mundo. Os biomas brasileiros possuem diversidade de elementos naturais que podem ser utilizados de forma ambiental e socialmente amigáveis, promovendo o desenvolvimento econômico das regiões nas quais ocorrem. Como exemplo temos inúmeros produtos farmacológicos e fitoterápicos utilizando espécies nacionais que pesquisadores já vêm desenvolvendo.

 

A Bioeconomia também vai ao encontro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS na medida em que fortalece e emprega conceitos de economia circular (reduzir, reutilizar e reciclar), incentiva o desenvolvimento de materiais biodegradáveis e reforça a utilização de energias de fontes renováveis.

 

As possibilidades e atratividade de inovações sustentáveis se intensificam e são convergentes às necessidades dinâmicas do mundo moderno. O potencial brasileiro para se reposicionar na economia global por meio da Bioeconomia é evidente. Contudo, políticas públicas e iniciativas privadas precisam convergir para modelos de pesquisa, tecnologia e produção voltadas para o desenvolvimento sustentável. Já é possível observar algumas iniciativas neste sentido, mas maiores investimentos em pesquisa e incentivos para os empreendedores locais ajudariam bastante. Vamos em frente!

 

 

 

 

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*Leonardo Augusto de Campos
Mestre em Gestão e Tecnologia em Sistemas Produtivos pelo Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETPS). Especialista em Administração Industrial pela Universidade de São Paulo (USP). Engenheiro Mecânico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua há mais de vinte anos como gestor industrial e de qualidade e processos em empresas nacionais e multinacionais de diversos setores. Atuou como professor em cursos de graduação em universidade privada e como professor colaborador do curso de Pós-Graduação da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). Pesquisa nas áreas de Estratégias Empresariais, Inovações Sustentáveis e de Energias Renováveis.
leodecampos@gmail.com
www.linkedin.com/in/leonardo-campos

 

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