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Bárbara Silvestre: A Rosa de Wuhan

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Bárbara Silvestre: A Rosa de Wuhan
A Rosa de Wuhan

Ao longo da nossa vida enfrentamos obstáculos que parecem intransponíveis. Ora, cada ser é alistado à sua própria guerra e guerreia buscando a vitória.  Desta vez é diferente. Estamos todos, independente de classe social, gênero, posicionamento político, nacionalidade, raça ou crença, no mesmo barco. A tempestade aniquiladora está afundando o nosso navio, e o que nos cabe é apenas retirar – balde a balde – a água que invade e quer nos afundar. O triste aqui leitor, é que nesta singela metáfora tudo parece muito mais simples do que realmente é. Não vou te encher de dados mundiais sobre o COVID-19. Muito menos vou te dar uma óbvia lição de educação e cidadania primária: falando para lavar as mãos; não ser egoísta e levar para sua casa todo o estoque de alimento e álcool em gel do mercado; e ficar trancado numa quarentena solidária em prol do nosso sistema de saúde, prezando pelos seus iguais que fazem parte do grupo de risco. Não, isso tudo é óbvio demais e mais, eu prefiro a romântica decisão de acreditar na humanidade. Ah sim, para alguns, este possa ser o meu maior defeito: a fé no ser humano. Assim, hajamos com a desgraça da mesma maneira com que os jardineiros lidam com as plantas: independente delas possuírem, em sua grande maioria, raízes muito feias, é pelo cultivo dos jardineiros que algo originalmente feio se transforma na beleza refletida pelas flores. Esta é uma metáfora que representa o ensinamento de Nietzsche acerca de como devemos agir em nossas vidas: a partir de uma situação feia e sombria, podemos criar algo belo e, até mesmo o que há de mais terrível pode vir a se tornar algo frutífero. O fator determinante é a nossa atitude perante os contratempos porque, o que realiza a pessoa é a maneira como ela lida com o fracasso. Ora, a ansiedade pode nos deixar em pânico, mas pode também nos ajudar a enxergar o que está errado e nos trazer paz de espírito. O filósofo escreveu: “A todos com quem realmente me importo, desejo sofrimento, desolação, doença, maus-tratos, indignidades, o profundo desprezo por si, a tortura da falta de autoconfiança, e a desgraça dos derrotados”. Isto porque a dor é fortalecedora e o recomeço mais corajoso do que qualquer começo. Olhemos para a pequenez da condição humana. Respeitemos a natureza e o seu espaço, somos dependentemente parte dela e é no equilíbrio que existe a manifestação da vida. Nos preocupemos com o que tem valor por si só: a vida. Ínterim, nenhuma noite é eterna e, depois do reinado da Lua há a Era do Sol.
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BÁRBARA SILVESTRE, é Bacharela em Filosofia pela Faculdade de São Bento de São Paulo. Mestranda em Filosofia, com ênfase em Teoria do Conhecimento pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Tem interesse nas áreas de História da Filosofia, Metafísica, Filosofia Contemporânea e Filosofia Medieval. Leitora assídua, apaixonada pela boa e clássica literatura de qualidade. Enquanto escritora, ao longo destes três anos, busca suscitar no leitor a semente do característico enobrecedor conhecimento da Filosofia e a sua possível relação com o cotidiano. Colunista nos jornais Diário de São Paulo e Notícias da Ilha, e na Revista Factótum Cultural.

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