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AS NOVAS TECNOLOGIAS FINANCEIRAS E O SEU IMPACTO SOBRE O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

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AS NOVAS TECNOLOGIAS FINANCEIRAS E O SEU IMPACTO SOBRE O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

É voz corrente de que o Sistema Financeiro Nacional, composto de mais de 150 bancos, apresenta um nível de concentração em suas operações extremamente elevado:

– por exemplo, os cinco maiores bancos detém 90 % das agências, 87 % do total de crédito e 82% dos ativos, segundo estudo apresentado pela Fischer Venture Builder.

Nesse mesmo contexto, o spread bancário brasileiro, ou seja, a diferença entre o custo de captação dos recursos no mercado e a taxa de juros aplicada pelos bancos em suas operações de crédito, tem se situado em torno de 39 %, sendo o segundo maior do mundo, perdendo apenas para Madagascar, com 45%.

E no que diz respeito à penetração desse sistema nas diversas camadas da nossa sociedade, 32% da nossa população economicamente ativa não tem acesso aos serviços bancários, ou seja, são desbancarizados!

Esses dados apresentam um quadro que, por si só, mostram que há um extraordinário espaço para a introdução de novas tecnologias financeiras voltadas para aumentar a concorrência e a eficiência na prestação de serviços junto à população.

Devemos considerar, nesse contexto, que mais da metade da população brasileira, 55 %, já cresceu sob grande influência da internet; e essas gerações – de 0 a 34 anos – começam a chegar agora em seus anos mais produtivos.

Some-se a isso o fato de que quanto maior é o nível de educação maior é o uso de tecnologias; e as gerações estão cada vez mais preparadas para o uso da internet e aplicações através dos aparelhos móveis.

É nesse contexto que surgem com grande intensidade as empresas start up’s de tecnologia financeira, mais conhecidas como FINTECHS, que através do uso de tecnologias, tais como, Block Chain, Big Data, Artificial Intelligence, Machine Learning, etc., oferecem aplicativos e soluções para meios de pagamento, investimentos, gestão financeira, seguros, empréstimos, funding e multisserviços.

De acordo com levantamento feito pela Fintech Lab, instituição integrante desse segmento, em agosto de 2015 tínhamos registradas no Brasil 54 Fintechs e, em novembro de 2017, esse número tinha passado para 332, com um crescimento de mais de 500 % em pouco mais de 2 anos!

A área que concentra o maior número de Fintechs é a de Meios de Pagamento, representando 26% desse mercado, seguida daquelas que apresentam serviços na área de Gestão Financeira Empresarial – 19 % – e logo em seguida as Fintechs dedicadas ao oferecimento de Operações de Empréstimos e Financiamentos, com 17%.

Esse último grupo, por ter uma atuação muito direta nas atividades que são reguladas pelo Banco Central do Brasil, teve, recentemente, uma atenção especial do órgão regulador, quando editou a Resolução nº 4.656, de abril/2018, que dispõe sobre a Sociedade de Crédito Direto e a Sociedade de Empréstimo entre Pessoas, instituições financeiras que poderão realizar operações de empréstimo e de financiamento entre pessoas exclusivamente por meio de plataforma eletrônica.

A primeira somente poderá operar com seu capital próprio, cujo valor mínimo é de R$ 1,0 milhão, sempre por meio de plataforma eletrônica e sem a possibilidade de captação de recursos junto ao público, portanto, podendo operar somente com o capital aportado pelos sócios.

A segunda operará intermediando os recursos entre investidores, de um lado,  e, de outro, tomadores de crédito, sempre por meio de plataforma eletrônica, onde o valor máximo de cada operação será de R$ 15.000,00.

É intenção do Banco Central do Brasil, com essa regulamentação, permitir a entrada de novos atores no mercado de crédito, principalmente, nos segmentos da pessoa física e da pessoa jurídica de pequeno porte, visando o aumento da concorrência e com isso a redução das taxas de juros cobradas pelo sistema de crédito convencional.

Além do Banco Central, importa ressaltar que também já se movimentam nessa direção os demais órgãos reguladores, como a SUSEP e a CVM, nos setores de seguro e mercado de capitais, respectivamente.

O fato é que esses movimentos liderados pelas empresas de tecnologia financeira, FINTECHS, agora acompanhados pelos órgãos reguladores, tem produzido efeitos importantes junto aos chamados grandes bancos, pois todos eles tem buscado investir fortemente no apoio ao desenvolvimento de novas soluções, como é o caso das empresas aceleradoras por eles criadas (CUBO, do Itaú, e INOVABRA, do Bradesco) e o Fundo de Investimento em Start Up do Santander, INNO VENTURES.

Certamente, para os próximos dez anos, vamos presenciar uma profunda revolução no relacionamento entre aplicadores de recursos (investidores), correntistas, tomadores de crédito, etc., e as instituições financeiras dedicadas ao oferecimento desses serviços, pois as novas tecnologias disruptivas serão a marca desse novo sistema.

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