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Após 7 meses de espera, família enterra corpo de jovem morto pela mãe

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Após 7 meses de espera, família enterra corpo de jovem morto pela mãe

Itaberli Lozano foi sepultado na manhã deste sábado (15) após 2º DNA confirmar identidade. Promotoria acusa mãe da vítima de homicídio e homofobia.

Foi enterrado na manhã deste sábado (15) em Cravinhos (SP) o corpo do jovem Itaberli Lozano, de 17 anos, morto pela mãe, segundo a polícia, em dezembro de 2016. Ele foi sepultado no Cemitério Municipal, por volta das 11h, após uma cerimônia de duas horas.

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) que confirmou que a identidade do corpo foi divulgado na última quinta-feira (13). A família aguardava a liberação há sete meses. “Acabou isso da gente ficar esperando sair o resultado, os testes. Trouxe um alívio”, afirma Dário Rosa, tio de Itaberli.

Segundo a investigação, o jovem foi morto dentro de casa pela mãe, Tatiana Lozano Pereira, com a ajuda de três jovens. Após matar o filho, Tatiana teve a ajuda do marido, padrasto da vítima, para queimar o corpo em um canavial às margens da Rodovia José Fregonesi. Todos os suspeitos estão presos.

Demora no laudo

O primeiro resultado do exame de DNA, feito na época do crime com material da mãe, teve o resultado inconclusivo. Para a polícia, o estado avançado de decomposição prejudicou o teste.

Em junho, o delegado responsável pelo caso, Helton Henz, pediu um novo exame, mas desta vez, amostras de material genético do avô paterno da vítima foram enviadas para análise. O resultado foi divulgado na quinta-feira, confirmando a identidade de Itaberli.

De acordo com Henz, a polícia nunca teve dúvidas de que o corpo era mesmo do adolescente. Ele também falou que o laudo não altera o curso da investigação. “Esse segundo laudo agora só vem ao encontro do que já tinha sido feito e confirma que a vítima realmente é o Itaberli. A autoria do crime também permanece inalterada, não há nenhuma dúvida sobre isso”, disse.

Justiça

O tio de Itaberli também confirma que a família não tinha dúvidas sobre a identidade do corpo. O resultado do laudo, no entanto, põe fim aos meses de angústia para sepultar o sobrinho em Cravinhos.

O caso segue sob sigilo. No fim de junho, a Justiça começou a ouvir os depoimentos das testemunhas e dos acusados. Segundo o promotor Wanderley Trindade Junior, as provas colhidas até o momento são suficientes para levar a mãe, o padrasto e os jovens a júri popular.

Rosa espera que os envolvidos sejam condenados e diz que é difícil compreender a real motivação do crime. “Que eles venham a pagar por essa crueldade”, diz.

Taiana Lozano está presa desde janeiro deste ano na Penitenciária Feminina de Tremembé, SP (Foto: Ronaldo Gomes/EPTV)

Taiana Lozano está presa desde janeiro deste ano na Penitenciária Feminina de Tremembé, SP (Foto: Ronaldo Gomes/EPTV)

Entenda o caso

Para o Ministério Público, Tatiana Lozano Pereira deve ser julgada por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e homofobia: em postagem dois dias antes de ser morto, Itaberli diz ter sido agredido pela mãe por ser gay.

O adolescente foi encontrado carbonizado no dia 7 de janeiro, dez dias após ter sido morto. Dois dias após registrarem um boletim de ocorrência por desaparecimento, a mãe e o padrasto, o tratorista Alex Canteli Pereira, foram presos e confessaram o crime.

Inicialmente, Tatiana disse que esfaqueou o filho na madrugada de 29 de dezembro. Com a ajuda do marido, ela queimou o corpo no canavial. Em um segundo depoimento, voltou atrás e contou que havia aliciado dois jovens – Victor Roberto da Silva, de 19 anos, e Miller Barissa, de 18, para darem um “corretivo” no filho, mas sem a intenção de matá-lo.

Um dos jovens confessou ter espancado Itaberli, enquanto o outro disse que apenas conversou com a vítima. Segundo a Polícia Civil, no entanto, ambos espancaram e enforcaram Itaberli, antes de a mãe esfaquear o próprio filho.

Cada um dos suspeitos de envolvimento na morte de Itaberli Lozano participaram separadamente das três reconstituições (Foto: Reprodução/EPTV)

Cada um dos suspeitos de envolvimento na morte de Itaberli Lozano participaram separadamente das três reconstituições (Foto: Reprodução/EPTV)

A dupla foi presa no dia 13 de janeiro. Uma estudante de 16 anos que confessou ter presenciado o momento em que Tatiana matou o filho também foi apreendida, no dia 27 de janeiro. Para a promotoria, a menor participou diretamente na morte de Itaberli.

O Ministério Público considera que o crime foi motivado por homofobia. Para a Promotoria, a mãe não aceitava o fato de o filho ser homossexual. Já a Polícia Civil sustenta a tese de conflito familiar, alegando histórico de agressões entre ambos.

Os cinco respondem por homicídio qualificado. Tatiana e o marido ainda são acusados de ocultação de cadáver.

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