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Política

Apoiadores de Bolsonaro fazem ato na Avenida Paulista pelo voto impresso

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Apoiadores de Bolsonaro fazem ato na Avenida Paulista pelo voto impresso

Manifestantes carregavam faixa com os dizeres ‘Não permitiremos eleições sem voto impresso’. STF já considerou o voto impresso inconstitucional.

 

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se manifestaram neste domingo (1) na Avenida Paulista, região central da cidade de São Paulo, em favor do voto impresso.

O ato começou por volta das 13 horas, e ocorreu com a presença de um caminhão de som na altura do Museu de Arte de São Paulo (Masp).

Os manifestantes carregavam uma faixa com os dizeres “Nós não permitiremos eleições sem voto impresso”.

Os deputados Eduardo Bolsonaro (PSL) e Carla Zambelli (PSL) compareceram ao ato, e o ex-ministro Ricardo Salles, investigado por suposto envolvimento com exportação ilegal de madeira, também marcou presença na manifestação, virtualmente, em uma live de um dos grupos organizadores.

Bolsonaro tem defendido a adoção do voto impresso, já julgado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No mês passado, o presidente chegou a dizer que, sem a impressão do voto, o Brasil pode não ter eleições em 2022.

Em resposta às declarações Bolsonaro, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, já afirmou que atuar para impedir a realização de eleições configura crime de responsabilidade.

Defesa do voto impresso

 

O presidente Jair Bolsonaro, eleito pelo voto eletrônico em 2018, vem progressivamente defendendo o voto impresso desde o ano passado, quando disse que houve fraude na eleição presidencial dos Estados Unidos, mesmo sem apresentar provas.

Logo no início deste ano, ele questionou o sistema eleitoral brasileiro e entregou uma lista de 35 projetos prioritários para o Executivo aos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que incluiu a volta do voto impresso.

Rodrigo Pacheco já declarou que o Poder Legislativo não aceitará “retrocesso” nem “frustração das eleições”. Já Lira manifestou apoio à ideia. “Nós queremos votar e ter a certeza de que esse voto é confirmado da maneira com que a gente colocou”, disse.

No mesmo mês, a Câmara dos Deputados instalou uma comissão especial para discutir a proposta de Emenda à Constituição (PEC) que obriga a impressão de votos em eleições, plebiscitos e referendos.

Presidentes de 11 partidos políticos, incluindo legendas aliadas ao governo Jair Bolsonaro, decidiram dar início a um “movimento coletivo” contra a adoção de mecanismos de voto impresso nas eleições brasileiras, e oito ex-procuradores-gerais eleitorais divulgaram uma nota na qual defenderam as urnas eletrônicas.

Não há comprovação de que as urnas eletrônicas apresentem problemas na validação dos votos. As urnas eletrônicas passam por auditorias nos dias das eleições, processo pode ser acompanhado por cidadãos e partidos políticos.

De acordo com o presidente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso, também integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), as urnas “não são um problema” e “nunca se documentou fraude” em 25 anos de uso nas eleições.

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Fonte: G1

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