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Esportes

Análise: Cuca opta por segurança, Santos melhora, mas perde outra em casa

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Análise: Cuca opta por segurança, Santos melhora, mas perde outra em casa

Técnico estreia com sistema mais cauteloso, mas time leva gol em um dos poucos ataques do Cruzeiro

Em sua estreia no Santos na quarta-feira, apenas um dia após assumir o comando, Cuca fez poucas mudanças no time. Sem Sasha, machucado, o técnico optou por reforçar o meio de campo contra o Cruzeiro, pelas quartas de final da Copa do Brasil, e abriu mão de um atacante. A equipe ficou mais segura, melhorou, mas não conseguiu evitar mais uma derrota.

O 1 a 0 na Vila Belmiro obriga o Santos a vencer o Cruzeiro por ao menos dois gols de diferença na partida de volta, marcada para o dia 15, no Mineirão, para avançar às semifinais do torneio. Se a vantagem for de um gol, a definição é nos pênaltis – o gol fora de casa não é mais critério de desempate.

Cuca escalou o Santos com Renato no meio de campo, mais adiantado ao lado de Diego Pituca, com Alison na proteção da zaga. Na frente, Bruno Henrique, Rodrygo e Gabriel trocavam de posição a todo instante, os dois primeiros na maior parte do tempo pelos lados.

Renato foi escalado e reforçou o meio-campo do Santos (Foto: Ivan Storti/Santos FC)

Renato foi escalado e reforçou o meio-campo do Santos (Foto: Ivan Storti/Santos FC)

Depois, na entrevista coletiva, o técnico afirmou que Alison, muitas vezes, se posicionou como terceiro zagueiro para que os laterais pudessem avançar.

No primeiro tempo a ordem era clara: marcar mais perto do meio de campo e deixar o Cruzeiro tocar a bola entre seus zagueiros.

A estratégia afastou os mineiros do gol de Vanderlei, mas também os santistas não incomodaram Fábio. O primeiro tempo, quase sem finalizações, foi de poucas emoções.

O treinador não mexeu na equipe no intervalo, mas a postura mudou. Bruno Henrique se tornou perigoso e incomodou mais a defesa mineira com sua velocidade característica.

O Santos ensaiou uma pressão no início da etapa final. Aos 11 minutos, Gabriel e Lucas Romero se encontraram na pequena área, o atacante caiu e reclamou de pênalti.

O árbitro Wilton Pereira Sampaio mandou o jogo continuar, mas logo em seguida consultou o VAR (árbitro-auxiliar de vídeo) – foram 27 segundos de conversas pelo rádio até que a tecnologia, que estreava no Brasil, corroborasse a decisão do juiz no gramado.

Cuca deve ter percebido que encontrará muitas dificuldades nesse início de trabalho no Santos. Contra o Cruzeiro, ele não teve Bryan Ruiz, Carlos Sánchez e Derlis González, os três estrangeiros recém-contratados. Nenhum deles foi inscrito na Copa do Brasil.

Ainda não se sabe quando eles poderão jogar no Brasileiro, e o Santos no sábado inicia uma série de jogos fora de casa contra Botafogo, Ceará e Atlético-MG antes do duelo de volta contra o Cruzeiro.

Bryan Ruiz e Carlos Sánchez têm condições de resolver o principal problema santista até aqui na temporada, o meio de campo sem criatividade que não abastece o ataque.

Até lá, porém, tentará usar as cartas que tem. Contra o Cruzeiro, por exemplo, trocou Renato por Daniel Guedes e posicionou Victor Ferraz na articulação. Teve pouco efeito.

O Santos manteve o controle da partida, mas sem levar perigo ao rival, acabou sofrendo um gol numa das poucas vezes em que foi atacado.

Raniel recebeu na meia-lua, David Braz deu espaço para o atacante, que girou e bateu no cantinho de Vanderlei.

O Santos volta a campo no sábado, às 16h, contra o Botafogo, no Rio, pelo Brasileiro. Os rivais estão em crise: perderam quatro dos últimos cinco jogos e na última quarta-feira demitiram o técnico Marcos Paquetá.

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