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Análise: Corinthians se mexe pouco em vitória de talento, físico e improviso

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Análise: Corinthians se mexe pouco em vitória de talento, físico e improviso

Triunfo sobre o Vitória, em Salvador, se explica da substituição de Fábio Carille até o talento dos jogadores do Timão, mas, em geral, atuação deixou a desejar. Faltaram movimentação e infiltração

Os três pontos conquistados pelo Corinthians contra o Vitória são produto da soma de vários fatores: substituição de Carille + maior talento do time campeão paulista + condição física dos campeões baianos + improviso = 1×0 (veja os melhores momentos no vídeo abaixo).

Analisar o gol da vitória é simples. Fábio Carille precisa se apegar ao que o time não fez no restante da partida para a sequência do Campeonato Brasileiro. Faltou ao Corinthians um cardápio maior de transição defesa-ataque para sair da marcação do Vitória.

Os donos da casa deixaram Fagner, Balbuena, Pedro Henrique e Guilherme Arana trocarem passes. A linha de defesa do Timão ficou livre, mas teve dificuldade para fazer o jogo evoluir porque a partir do volante Gabriel, o Vitória tentava cortar suas linhas de passe (veja abaixo).

Análise: Corinthians se mexe pouco em vitória de talento, físico e improviso

A fluência só começou a se desenvolver quando Maycon, Rodriguinho e Jadson recuaram para dar mais opção. E aí a estratégia de Petkovic mostrou falhas: os meio-campistas corintianos não foram acompanhados pelos do Vitória. A movimentação abriu espaços.

Faltou, então, ao time de Carille a tal amplitude –atletas bem abertos, alargando o campo – com triangulações pelos lados e ultrapassagens. A equipe se restringiu ao tentar infiltrações pelo meio e, exceto um lance que Jô recebeu de Jadson, não teve êxito.

Por falar nisso, outro problema do primeiro tempo foi a ausência de aproximação, o famoso jogo apoiado. No vídeo abaixo, Jadson busca a bola com o zagueiro e os companheiros estão muito longe. A jogada não acontece.

Análise: Corinthians se mexe pouco em vitória de talento, físico e improviso

A compactação defensiva de sempre funcionou a ponto de também impedir que o adversário entrasse em sua área de maneira organizada. É verdade que, individualmente, o Vitória pecou demais.

Durante o segundo tempo, o técnico pediu a Maycon que entrasse mais na área. Pudera. Nas duas vezes em que ele fez isso, sem ser acompanhado por nenhum marcador, fez um gol bem anulado e teve outra grande oportunidade. Isso deveria ter sido mais constante no espaço aberto por Jô.

Jô abriu espaços, mas Corinthians não teve infiltrações. Só quando Jadson se deslocou para o setor onde o Vitória não acompanhava ninguém, o Corinthians fez o gol (Foto: GloboEsporte.com)

Jô abriu espaços, mas Corinthians não teve infiltrações. Só quando Jadson se deslocou para o setor onde o Vitória não acompanhava ninguém, o Corinthians fez o gol (Foto: GloboEsporte.com)

A entrada de Marquinhos Gabriel no lugar de Maycon resolveu o problema de maneira mais que eficiente. Inteirinho fisicamente, ele roubou a bola e arrancou em direção a Jadson, que há quatro minutos havia sido deslocado do lado para o meio em razão da substituição.

Mais um gesto que o Vitória ignorou. A tabela e a conclusão de Jô provaram que o talento pesa num jogo equilibrado (veja no vídeo abaixo como Jadson recebe livre e o volante Willian Farias simplesmente desiste de acompanhar Marquinhos Gabriel).

Análise: Corinthians se mexe pouco em vitória de talento, físico e improviso

Com um centroavante de aproveitamento tão bom como tem o Corinthians, a missão das próximas rodadas deve ser ampliar o leque de criação para que ele se alimente ainda mais, e alimente principalmente a pontuação no Brasileirão.

TAGS: KLEBER MOREIRA DIRETOR RIO PRETO, JORNAL BOM DIA 

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