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Análise: confira ranking dos 25 melhores jogadores da NBA na atualidade

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Análise: confira ranking dos 25 melhores jogadores da NBA na atualidade

Lista leva em conta o momento de cada um nesse início de temporada que se aproxima

Com o início da temporada da NBA se aproximando -começa na próxima terça-feira – estamos em um bom momento para revisitar a hierarquia dos jogadores da liga. Basquete é um esporte coletivo, claro, mas são as estrelas que ditam tudo dentro e fora de quadra. Mas quem ocupa o topo dessa pirâmide?

O ranking dos 25 melhores jogadores da liga é um bom ponto de largada, contextualizando as principais estrelas da NBA e onde cada uma se encaixa. Claro que se trata de um exercício subjetivo. A sua lista pode ser diferente da minha, e provavelmente é.

Carrossel Durant, Curry, LeBron, Giannis — Foto: Infoesporte

Carrossel Durant, Curry, LeBron, Giannis — Foto: Infoesporte

Critérios da lista

 

– Projeção apenas para a temporada que se inicia
Não importa quanto tempo um jogador tem pela frente. Pode ser um jovem recém-draftado ou uma estrela já entrando na reta final da carreira, essa lista reflete única e exclusivamente a minha expectativa para o seu desempenho na temporada 2021/2022. Não se trata também de um ranking dos melhores do ano passado. É uma projeção.

– O que analiso
Não existe uma fórmula na qual preencho variáveis e obtenho um número no final. Me baseio no que assisti em quadra deles, revisito muitas coisas e olho o que as estatísticas dizem. É um processo longo, que leva semanas para ser finalizado.

– Discordou? Tudo bem
Na maior parte da lista a diferença de um jogador para o outro é mínima. Eu mesmo a alterei várias vezes antes dessa versão final e provavelmente continuaria mexendo caso a sua publicação demorasse mais. Não espero ter um ranking definitivo, absoluto, é apenas minha visão em uma avaliação com alta dose de subjetividade.

1 – Kevin Durant, Brooklyn Nets

 

Kevin Durant em ação contra o Cleveland Cavaliers — Foto: Sarah Stier/Getty Images

Kevin Durant em ação contra o Cleveland Cavaliers — Foto: Sarah Stier/Getty Images

Contra todos os prognósticos, Kevin Durant voltou a jogar no mesmo nível exuberante de antes de romper o tendão de aquiles, que em outros tempos foi sentença de morte para a carreira de muitos atletas.

Discutivelmente o melhor pontuador na história da NBA, reputação alcançada através de uma combinação ímpar de altura, coordenação motora e técnica, Durant ainda tem a capacidade de ser um excelente defensor quando liga a “chavinha” em momentos importantes. Difícil encontrar uma falha no seu jogo.

2 – Giannis Antetokounmpo, Milwaukee Bucks

 

Giannis Antetokounmpo com os troféus da NBA e de MVP das finais — Foto: Justin Casterline/Getty Images

Giannis Antetokounmpo com os troféus da NBA e de MVP das finais — Foto: Justin Casterline/Getty Images

Pode soar estranho falar isso de um jogador que já venceu dois MVPs na carreira, mas o grego claramente deu um salto de produção durante os playoffs que terminaram com o seu primeiro título em Milwaukee.

Giannis diminuiu os arremessos de perímetro e o tempo com a bola na mão para se tornar o que deveria ser, uma força dominante dentro do garrafão. Não há resposta para o seu jogo na área pintada, até um mini fadeaway à la Dirk ele desenvolveu. Isso tudo entrando para o primeiro time de defesa nas últimas três temporadas.

Antetokounmpo possui um argumento justo para número um dessa lista, mas acabei optando por Durant pelo seu arsenal ofensivo mais completo.

3 – Stephen Curry, Golden State Warriors

 

Jogando ao lado de um time que ninguém confundirá com os Warriors dos três títulos, o armador carregou um fardo muito mais pesado e entregou uma temporada que não fica muito atrás dos seus dois MVPs:

Stephen Curry nas temporadas de MVP e 20/21

Pontos Rebotes Assistências Aproveitamento de três
14/15 (1º MVP) 23,8 4,3 7,7 44,3%
15/16 (2º MVP) 30,1 5,4 6,7 45,4%
20/21 32 5,5 5,8 42,1%

Aos 32 anos, Curry não dá qualquer sinal de desacelerar. A única questão é se Golden State conseguirá aproveitar a reta final do auge dele, antes de que entre em uma nova fase. Por enquanto, ainda estamos falando de um dos favoritos ao MVP em 21/22.

4 – LeBron James, Los Angeles Lakers

Quando foi que tantos nomes (3) entraram antes de King James numa lista do tipo? A resposta é nunca, mas o tempo não para de passar para ninguém.

Em duas das últimas três temporadas vimos LeBron desfalcar os Lakers por um tempo significativo. Ele ainda tem total capacidade de ser o maestro e guiar esse time ao título, mas exigir que o faça toda noite como é passado por ser uma expectativa irreal para um cara prestes a completar 37 anos e que já é o terceiro jogador com mais minutos na história da NBA.

5 – Luka Doncic, Dallas Mavericks

Difícil acreditar o quão bom Luka Doncic já é após três temporadas na NBA. A lista de jogadores que alcançaram um nível tão alto e tão rapidamente não é grande, talvez nem exista.

Luka é o centro de tudo no Dallas Mavericks, carregando um time imperfeito a uma grandes batalhas contra os Clippers nos playoffs nos últimos dois anos. Justamente por isso ele precisa de mais suporte, além de melhorar o seu preparo físico para não chegar extenuado ao final de jogos importantes.

6 – Nikola Jokic, Denver Nuggets

Não deixe ninguém dizer que Nikola Jokic foi um MVP injusto ou de baixo nível comparado a outros anos. Em uma temporada na qual toda estrela parecia se machucar, o pivô sérvio jogou todas as 72 partidas dos Nuggets e quase teve média de triplo-duplo.

Jokic é um jogador único, um pivô que arma o seu time na meia quadra e chega a trazer a bola em algumas situações, tudo passa pela mão dele. A lesão de Jamal Murray o obrigou carregar uma responsabilidade maior na temporada passada como pontuador e o transformou em um jogador mais completo ofensivamente, saltando de 19,9 pontos por partida para 26,4.

7 – James Harden, Brooklyn Nets

 

A temporada passada de James Harden foi uma montanha-russa de emoções. Primeiro se apresentou fora do peso ao Houston Rockets, até que conseguiu forçar a troca que queria. Em Brooklyn chegou a jogar em nível de MVP, principalmente enquanto Kevin Durant estava fora, mas acabou se machucando e entrou em quadra no sacrifício nos playoffs.

Com Durant e, quem sabe um dia, Kyrie Irving, Harden nunca terá a mesma situação com a qual contava em Houston com o time todo montado ao redor das suas forças. Os números refletirão essa diferença, mas o seu talento continua todo lá, ainda um dos pontuadores mais prolíficos da NBA e um distribuidor fantástico.

8 – Kawhi Leonard, Los Angeles Clippers

Lesões sempre são misteriosas com Kawhi Leonard, um drama excessivo. Após a temporada finalmente descobrimos que o ala sofreu uma ruptura parcial do ligamento cruzado anterior. Oficialmente ainda não há indicação de que se ele jogará ou não esse ano, por isso o considero aqui com força máxima, mas a verdade é que são maiores as chances de não o vermos em quadra em 21/22.

No seu melhor atualmente, Kawhi pode não ser mais o melhor defensor de perímetro da NBA como já foi um dia, mas ainda é capaz de ligar a chave nesse lado da quadra e fazer Luka Doncic trabalhar a exemplo do final da série contra os Mavericks. Ofensivamente ele ainda tem todo o seu arsenal, muitas vezes parecendo em câmera lenta mas sempre chegando na cesta, e sua evolução na armação do jogo é notável.

9 – Joel Embiid, Philadelphia 76ers

Não é original, mas infelizmente a discussão sobre Joel Embiid sempre começa e termina com questões sobre a sua saúde. Não fosse a lesão que o tirou de parte da última temporada, o camaronês provavelmente teria sido o MVP.

Embiid tem 2,13m e 127kg, mas tem a agilidade e a coordenação de um jogador bem mais baixo. Caso Ben Simmons deixe mesmo o time, será muito interessante ver o pivô jogando na área restrita sem precisar se preocupar com a falta de espaçamento que o australiano ocasionava.

10 – Damian Lillard, Portland Trail Blazers

 

Após uma offseason que começou conturbada, Damian Lillard conquistou a medalha de ouro com a seleção dos Estados Unidos e agora retorna a um Portland Trail Blazers não tão diferente dos últimos anos, que não foi suficiente para competir de verdade na conferência oeste.

Lillard continua sendo o melhor armador puro ofensivamente falando que não se chama Stephen Curry na NBA. O alcance dele parece ilimitado, assim como sua confiança nos últimos segundos de uma partida com o placar apertado.

11 – Anthony Davis, Los Angeles Lakers

 

Anthony Davis brilha em vitória dos Lakers — Foto: Kevork Djansezian/Getty Images

Anthony Davis brilha em vitória dos Lakers — Foto: Kevork Djansezian/Getty Images

Anthony Davis disse com todas as letras durante o media day do Los Angeles Lakers que pretende jogar mais como pivô nessa temporada, ao contrário dos últimos dois anos no qual atuou primariamente como ala-pivô. E essa pode ser a chave não só para o seu desempenho, como dos Lakers como um todo.

Quando está saudável, o que nem sempre é o caso, Davis impacta os dois lados da quadra como poucos. Seu tamanho e impulsão o fazem um protetor do aro de elite, sua agilidade obriga mesmo os oponentes menores a trabalharem muito em trocas longe do garrafão. E ofensivamente tê-lo como único “big man” ajudará muito no espaçamento dos Lakers. Recuperar o toque da linha de três (33% em 19/20, 26% em 20/21) será importante.

12 – Jayson Tatum, Boston Celtics

 

Jayson Tatum em ação pelos Celtics — Foto: Maddie Meyer/Getty Images

Jayson Tatum em ação pelos Celtics — Foto: Maddie Meyer/Getty Images

Jayson Tatum não tem mais 19 anos (há controvérsias), então chegou a hora do Adulto Tatum se provar como uma superestrela da NBA. E nas últimas duas temporadas o ala do Boston Celtics vem fazendo exatamente isso.

Tatum tem todos os arremessos que um pontuador de elite na NBA precisa e é um defensor acima da média no outro lado da quadra. Será interessante vê-lo com novo treinador e ao lado de um elenco reformulado, desde que continue atacando a cesta e cada vez menos aceite arriscar bolas de meia distância.

13 – Jimmy Butler, Miami Heat

 

Jimmy Butler na vitória do Heat — Foto: Carlos Goldman/NBAE via Getty Images

Jimmy Butler na vitória do Heat — Foto: Carlos Goldman/NBAE via Getty Images

O Miami Heat não foi o mesmo time da bolha, mas isso não é culpa do seu melhor jogador. Jimmy Butler não começou a temporada passada no mesmo altíssimo nível que apresentou em Orlando, compreensível dado o nível de desgaste a offseason curta. Depois que voltou de lesão no final de janeiro, no entanto, ele foi a mesma força nos dois lados da quadra que levou o Heat à final da NBA.

Por mais que Goran Dragic tenha sido importante ao time, substituí-lo por Kyle Lowry é uma grande adição ao Miami Heat, o que tira um pouco do peso de cima do Butler no ataque. Não existem muitos jogadores com a mesma capacidade de marcar mais de 20 pontos por partida ao mesmo tempo em que defendem o principal ala do outro time.

14 – Chris Paul, Phoenix Suns

 

Chris Paul — Foto: Christian Petersen/Getty Images

Chris Paul — Foto: Christian Petersen/Getty Images

Armadores com menos de 1,90m não costumam envelhecer bem, mas esqueceram de combinar isso com Chris Paul. Aos 36 anos o armador fez uma das melhores temporadas de sua carreira, sendo o 5º colocado na votação para o prêmio de MVP.

CP3 se reinventou, mudou a dieta e desde que saiu dos Rockets fez dois times, Thunder e agora os Suns, superarem todas as expectativas. As estatísticas básicas, como pontos e assistências, não servem nem para começar a contar o impacto gigantesco do “Point God”.

15 – Paul George, Los Angeles Clippers

 

Paul George — Foto:  Robert Gauthier /Getty Images

Paul George — Foto: Robert Gauthier /Getty Images

O Los Angeles Clippers podem não ter chegado nas finais, mas a forma como Paul George liderou o time após a lesão de Kawhi Leonard foi importante para batalhar sua reputação de fracassos nos playoffs.

PG13 tem tudo que você pode querer em um ala moderno: ele consegue criar o próprio arremesso, tem um excelente arremesso de três (41,1% em 20/21) e ainda é um ótimo defensor.

16 – Karl-Anthony Towns, Minnesota Timberwolves

 

Karl-Anthony Towns — Foto: Jesse Johnson / USA Today

Karl-Anthony Towns — Foto: Jesse Johnson / USA Today

KAT foi um dos nomes mais difíceis de classificar nessa lista. O seu talento é inegável, mas o quanto da culpa pelos fracassos do Timberwolves cai nos seus ombros? Se Towns fosse a superestrela que projetava quando entrou na liga, o time não deveria ser melhor?

Os últimos dois anos de Karl-Anthony Towns foram difíceis, com a morte da sua mãe e outros familiares, além da sua própria batalha contra a COVID. Ofensivamente ele tem tudo que um pivô moderno precisa, mas defensivamente ainda deixa muito a desejar. Difícil construir bons hábitos enquanto o seu time vai para o quarto treinador em seis temporadas.

17 – Bradley Beal, Washington Wizards

 

Bradley Beal — Foto: Will Newton/Getty Images

Bradley Beal — Foto: Will Newton/Getty Images

Sem muito alarde Bradley Beal fez duas temporadas seguidas com média superior a 30 pontos por partida. Isso, no entanto, não se traduziu em sucesso coletivo para os Wizards, uma das franquias de administração mais confusa em toda a NBA.

Beal é um ala armador que já não existe em abundância na NBA. O seu repertório para conseguir pontos é dos mais refinados, mas para subir nessa lista ele precisará mostrar essa capacidade em um time competitivo de verdade.

18 – Donovan Mitchell, Utah Jazz

 

Donovan Mitchell é um dos astros do Jazz — Foto: Alex Goodlett/Getty Images

Donovan Mitchell é um dos astros do Jazz — Foto: Alex Goodlett/Getty Images

Selecionado com a 13ª escolha geral do Draft de 2017, Donovan Mitchell já superou tudo que se esperava dele como prospecto entrando na NBA. Ele é o ataque do Utah Jazz, sendo responsável por 33,6% dos arremessos tentados pela equipe (3ª maior marca na NBA).

Mitchell ainda pode evoluir na linha de três e como criador para os outros, mas de novo: ninguém esperava que ele seria tão bom, tão cedo. Pode ser que as comparações com Dwyane Wade, agora um dos donos do Jazz, não eram tão descabidas assim.

19 – Trae Young, Atlanta Hawks

 

Trae Young brilhou em Nova York — Foto: Nathaniel S. Butler/NBAE

Trae Young brilhou em Nova York — Foto: Nathaniel S. Butler/NBAE

Trae Young me provou errado. Com um time mais encorpado ao seu redor, o armador se mostrou um dos jogadores mais aterrorizantes no ataque em toda a NBA, carregando o Atlanta Hawks a uma inesperada final de conferência.

Young tem muitas opções em cada posse de bola. Primeiro, estamos falando de um excelente arremessador de três que não tem medo de arriscar de longe, a defesa precisa respeitá-lo a partir do momento que passa a metade da quadra. Quando parte para a infiltração, ele tem um excelente passe para encontrar os outros arremessadores da equipe no perímetro. Chegando na cesta, “Ice Trae” tem duas excelentes opções para lobs com John Collins e Clint Capela, além de ter um dos “floaters” mais letais na NBA.

É simplesmente impossível cobrir todas essas possibilidades. Defensivamente ele continua sendo um problema, até mesmo pelo seu porte físico pouco imponente, mas até nesse ponto os Hawks vem conseguindo “escondê-lo” bem.

20 – Zion Williamson, New Orleans Pelicans

 

Zion Williamson — Foto: Fernando Medina/NBAE

Zion Williamson — Foto: Fernando Medina/NBAE

Zion Williamson foi no seu segundo ano o rolo compressor que se esperava. Mesmo não sendo dos jogadores mais altos, sua força, velocidade e impulsão tornava impossível para defensores ficarem na sua frente. O ala-pivô foi um dos pontuadores mais eficientes da liga, com 27 pontos por jogo em 17 arremessos por partida com 61% de aproveitamento.

Do outro lado da bola, no entanto, a situação é bem diferente. Zion era um defensor muito cru na universidade de Duke, mas compensava com um esforço incessante. Na NBA, no entanto, não tem sido o caso. É fácil para jovens jogadores criarem hábitos ruins em times com pouca organização e parece ser o caso de Williamson nos Pelicans.

A questão física preocupa muito. Ele já perderá o início da temporada por conta de uma cirurgia no pé e aparenta estar ainda mais acima do peso em relação a quando entrou na NBA, quando visualmente também já dava essa impressão.

21 – Devin Booker, Phoenix Suns

 

Devin Booker — Foto: Jonathan Daniel/Getty Images

Devin Booker — Foto: Jonathan Daniel/Getty Images

Devin Booker entrou na NBA muito jovem, então pode passar despercebido que ele ainda tem 24 anos. E com essa pouca idade ele já se desenvolveu em um excelente pontuador, principalmente quando não tem a responsabilidade de armar o time.

Com Chris Paul ao seu lado, Booker pôde focar suas energias exclusivamente em conseguir cestas para o Phoenix Suns, o que ajudou muito o seu jogo. O seu rating ofensivo subiu de 114,9 (11º) em 19/20 para 118,6 (7º) em 20/21. A sensação é que ainda não vimos o melhor dele na NBA.

22 – Julius Randle, New York Knicks

Julius Randle — Foto:  Michael Gonzales/NBAE via Getty Images

Julius Randle — Foto: Michael Gonzales/NBAE via Getty Images

Julius Randle sempre deu sinais, mas foi só na última temporada com o New York Knicks que tudo encaixou. O ala pivô deu grande salto em todas as suas principais estatísticas, levando o prêmio de jogador que mais evoluiu com justiça.

Os playoffs deixaram um gosto ruim, não dá para esconder. Muitas desculpas podem ser feitas, mas a verdade é que ele simplesmente jogou muito mal. Não significa que sempre será esse o caso, muitos jogadores tem problemas na pós-temporada até que os superam.

23 – Russell Westbrook, Los Angeles Lakers

 

Westbrook é apresentado ao lado do manager Rob Pelinka e do técnico Frank Vogel — Foto: Katelyn Mulcahy/Getty Images

Westbrook é apresentado ao lado do manager Rob Pelinka e do técnico Frank Vogel — Foto: Katelyn Mulcahy/Getty Images

Russell Westbrook é um dos jogadores mais polarizantes na NBA. Ter média de triplos duplos tem importância, sem dúvida, mas nunca levaram os times dele ao sucesso coletivo.

Westbrook será uma peça importante para tirar o peso de LeBron James durante a temporada regular. O armador nunca levanta o pé do acelerador e poderá carregar o Los Angeles Lakers naqueles períodos em que o ano parece se arrastar. E nos playoffs ele poderá assumir um papel mais secundário que definitivamente irá beneficiá-lo.

24 – Jaylen Brown, Boston Celtics

 

Jaylen Brown — Foto: Brian Babineau/NBAE via Getty Images

Jaylen Brown — Foto: Brian Babineau/NBAE via Getty Images

Uma lesão no punho interrompeu o que vinha sendo a melhor temporada da carreira de Jaylen Brown. Seus pontos por jogo saltaram de 20,3 para 24,7, arremessando um volume maior de três e com mais eficiência. Isso tudo ainda sendo o defensor de elite que sempre foi.

A sombra de Jayson Tatum, que é mesmo superior, torna Brown nessa altura um jogador subestimado, mas estamos falando de um dos melhores “two way players” da liga, aqueles que contribuem em bom nível nos dois lados da quadra.

25 – Bam Adebayo, Miami Heat

 

Bam Adebayo — Foto: Kim Klement-USA TODAY Sports

Bam Adebayo — Foto: Kim Klement-USA TODAY Sports

Bam Adebayo não é nem nunca será considerado o pivô mais talentoso da NBA, mas o seu estilo de jogo se encaixa com perfeição no que a liga pede hoje da posição. Adebayo é atlético, tem total capacidade de marcar defensores menores e ainda tem um excelente passe.

Obs.: Kyrie Irving não foi incluído na lista por ter sido afastado pelo Brooklyn Nets.

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Globo Esporte

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