Até o momento, as autoridades não foram capazes de identificar se a origem da contaminação é viral, bacteriana ou de outro agente etiológico
William Oliveira Publicado em 07/01/2025, às 11h24
Na última segunda-feira (6), representantes da Secretaria Estadual da Saúde e das vigilâncias epidemiológicas das nove cidades que compõem a Baixada Santista se reuniram para discutir ações de enfrentamento ao surto de gastroenterite aguda. Até o presente momento, as autoridades ainda não conseguiram determinar se a contaminação é causada por vírus, bactérias ou outros agentes patogênicos.
De acordo com informações divulgadas pelo governo estadual, a coleta de amostras de fezes e água é fundamental, assim como a notificação dos casos identificados. Além disso, foi enfatizado que as prefeituras devem implementar medidas preventivas eficazes para conter a propagação da doença.
A Secretaria Estadual da Saúde destacou que os principais responsáveis pela diarreia aguda incluem o rotavírus e o norovírus, além de diversas bactérias, como Bacillus cereus, Clostridium perfringens, Escherichia coli patogênica, Salmonella e Shigella.
Amostras coletadas nas cidades estão sendo analisadas no Instituto Adolfo Lutz. Regiane de Paula, coordenadora em saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças, ressaltou: "Ainda não podemos confirmar a origem do surto, pois estamos aguardando a conclusão das análises para entender melhor os casos registrados".
A Secretaria Estadual da Saúde também disponibilizou uma série de recomendações para a população visando à prevenção: