CONFRONTO

Operação letal: Rota mata chefe de facção que aterrorizava cidades do Brasil

Luken Cesar Burghi, de 43 anos, foi morto em um confronto com a Rota em Praia Grande, após ser encontrado em casa de sua irmã

Do PCC, Luken Cesar Burghi Augusto era procurado por mega-assalto de 2017 - Imagem: Reprodução / O Globo

William Oliveira Publicado em 11/08/2025, às 08h48

Na noite do último sábado (9), Luken Cesar Burghi Augusto, de 43 anos, um dos criminosos mais procurados do Brasil, foi morto em um confronto com policiais da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

Apontado como integrante do chamado "novo cangaço", Luken era conhecido por operações de “domínio de cidades” e tinha um vasto histórico criminal. Ele havia sido condenado a 46 anos e 11 meses de prisão pelo assalto à empresa de transporte de valores Protege, em Araçatuba (SP), além de responder por roubos a bancos e crimes previstos na Lei de Armas e na Lei de Entorpecentes.

A ação policial começou durante um patrulhamento tático, após informações indicarem que o fugitivo morava na cidade havia cerca de 20 dias, na casa de sua irmã. Ao tentarem cumprir o mandado de prisão, os agentes foram recebidos a tiros por Luken. Na troca de disparos, ele foi atingido, socorrido e não resistiu aos ferimentos. Nenhum policial ficou ferido.

O secretário estadual de Segurança Pública, Guilherme Derrite, confirmou a operação pelas redes sociais. O capitão da Rota, Fábio Gustavo Ferreira, afirmou que Luken já vinha sendo monitorado pelo serviço de inteligência devido à sua participação em grandes assaltos e por estar na lista dos criminosos mais procurados do estado.

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