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Derrite critica voto de detentos e mira Lula durante mobilização: “Chega de bandido”

Em ato na Avenida Paulista neste domingo, Guilherme Derrite criticou o voto de presos e associou a pauta ao presidente Lula, durante mobilização da oposição

Derrite critica voto de detentos e mira Lula durante mobilização - Imagem: Reprodução / Redes Sociais

William Oliveira Publicado em 01/03/2026, às 17h17

Durante o ato “Acorda, Brasil”, realizado neste domingo (1º) na Avenida Paulista, em São Paulo, o deputado federal e pré-candidato ao Senado por São Paulo, Guilherme Derrite (PP-SP), fez críticas ao direito de voto de pessoas privadas de liberdade e comentou a tramitação do Projeto de Lei Antifacção.

Em discurso ao público, Derrite afirmou que a inclusão da proibição do voto de presos no projeto impediria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “comemorar”. Segundo o parlamentar, a maioria dos detentos que participaram da última eleição teria votado no atual presidente.

“Chega de bandido votar, porque a gente sabe em que eles votam”, declarou.

 


O texto do projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 24 de fevereiro e segue agora para sanção presidencial. A proposta integra a pauta defendida por lideranças bolsonaristas e foi citada como uma das prioridades do grupo durante a mobilização.

Presenças políticas e mobilização nacional

O evento reuniu diversas lideranças políticas ligadas à oposição. Estiveram presentes o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o presidente do PL Valdemar Costa Neto, além dos governadores Ronaldo Caiado (PSD-GO) e Romeu Zema (Novo-MG), ambos apontados como possíveis presidenciáveis.

Também participaram deputados federais como Paulo Bilynskyj, Mário Frias, Rosana Valle, Bia Kicis e Marcos Pollon, além de parlamentares estaduais paulistas, como Lucas Bove, Coronel Telhada e Valéria Bolsonaro.

O ato, que ocorreu simultaneamente em outras capitais brasileiras, marcou a primeira grande mobilização bolsonarista do ano. Entre as principais bandeiras levantadas estavam a redução de penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro, críticas ao governo federal, pedidos de impeachment de ministros do STF e a defesa de medidas relacionadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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