Cristiane Freitas acompanha entrega de donativos, visita abrigos e reforça apoio às famílias afetadas por três dias consecutivos de alagamentos no município.
Redação Publicado em 26/02/2026, às 20h47
A cidade de Peruíbe enfrenta um dos momentos mais críticos deste período de chuvas após registrar três dias seguidos de alagamentos e ocorrências relacionadas ao alto volume de precipitação. De acordo com a Defesa Civil do Estado de São Paulo, o município contabiliza atualmente 380 pessoas desabrigadas.
Diante do cenário, a primeira-dama do Estado e presidente do Fundo Social de São Paulo, Cristiane Freitas, esteve na cidade nesta quinta-feira (26) para acompanhar de perto as ações emergenciais e a distribuição de ajuda humanitária.
Durante a agenda, ela visitou dois abrigos provisórios instalados em unidades escolares municipais. Na EMEF Prof. Fernando Nepomuceno Filho, mais de 100 pessoas estão acolhidas. Já na EMEF Prof.ª Maria Amélia Ribas Campilongo, outras 130 famílias recebem suporte temporário enquanto aguardam a normalização da situação.
Além das visitas, a primeira-dama acompanhou a chegada de donativos enviados a partir do centro de distribuição estadual. Foram entregues 200 cestas básicas — suficientes para atender aproximadamente 800 pessoas —, além de roupas, calçados, brinquedos e 50 quilos de ração para animais domésticos. A ação incluiu ainda quatro pallets de água mineral encaminhados por meio da Defesa Civil.
Segundo o Governo do Estado, Peruíbe está entre os municípios com maior demanda emergencial neste momento, em razão da intensidade das chuvas e do número de famílias afetadas. A doação de água foi realizada com apoio da empresa Coca-Cola FEMSA.
Em declaração oficial, Cristiane Freitas destacou que o objetivo é garantir acolhimento e resposta rápida às famílias impactadas. Enquanto isso, a Defesa Civil mantém monitoramento constante das condições climáticas e reforça a orientação para que moradores evitem áreas alagadas e regiões próximas a encostas.
A Prefeitura informou que segue atuando em conjunto com o Estado para ampliar a assistência social, estrutural e humanitária até que a situação seja normalizada.