Imagens de setores com muitos assentos livres durante Coreia do Sul x República Tcheca viralizaram nas redes sociais, apesar de a Fifa divulgar público próximo da capacidade máxima do estádio.
Redação Publicado em 12/06/2026, às 11h42
A partida entre Coreia do Sul e República Tcheca, disputada no Estádio Guadalajara, no México, chamou atenção pela quantidade de lugares vazios visíveis nas arquibancadas durante a transmissão oficial.
As imagens rapidamente repercutiram nas redes sociais, onde torcedores questionaram a ocupação do estádio e levantaram dúvidas sobre a procura por ingressos para o Mundial. Muitos internautas compararam o cenário ao de partidas de menor expressão, criticando o que classificaram como um contraste inesperado para uma Copa do Mundo.
Apesar da repercussão, a Fifa divulgou um público oficial de 44.985 espectadores. Segundo os números apresentados pela entidade, o estádio ficou com menos de 700 lugares vagos em relação à sua capacidade total, o que gerou ainda mais debate entre os torcedores.
Nas redes sociais, alguns usuários sugeriram que a distribuição dos torcedores em diferentes setores pode ter criado a impressão visual de arquibancadas esvaziadas. Outros apontaram fatores como preços elevados dos ingressos, custos de transporte e hospedagem para explicar a possível dificuldade de ocupação total dos espaços.
Enquanto a discussão tomava conta da internet, dentro de campo a Coreia do Sul conquistou uma importante vitória por 2 a 1. A República Tcheca abriu o placar com Ladislav Krejci, mas os sul-coreanos reagiram na etapa final. Hwang In-beom empatou a partida e Oh Hyeon-gyu marcou o gol da virada, garantindo os primeiros três pontos da equipe asiática no torneio.
O episódio reacende um debate que acompanha a competição desde antes do início do Mundial: os custos para acompanhar os jogos presencialmente nos Estados Unidos, México e Canadá. Especialistas apontam que passagens aéreas, hospedagem e ingressos mais caros podem impactar diretamente a presença de público em algumas partidas da fase de grupos.
Mesmo com a explicação oficial da Fifa, as imagens continuam repercutindo e alimentando questionamentos sobre a ocupação real dos estádios nesta edição da Copa do Mundo.