Antes de virar fenômeno nacional, “Baba Baby” ganhou projeção ao ser cantada por participantes do BBB 1, em 2002.
Redação Publicado em 23/01/2026, às 13h37
A atração musical da festa desta sexta-feira (23) no Big Brother Brasil 26 carrega uma curiosidade pouco conhecida pelo grande público. Kelly Key, que sobe ao palco da casa mais vigiada do país, teve a carreira impulsionada justamente dentro do reality show,ainda nos primórdios do programa.
O episódio remonta a 2002, durante a exibição do Big Brother Brasil 1. Naquele confinamento, as participantes Leka e Cris Mota passaram a cantar espontaneamente “Baba Baby” em diversos momentos do programa.
A repetição da música, exibida diariamente em rede nacional, funcionou como uma vitrine poderosa. O impacto foi imediato fora da casa: a canção disparou nas paradas, ganhou enorme execução nas rádios e levou o clipe ao topo dos rankings musicais da época. O caso se tornou um dos primeiros exemplos concretos da força do BBB como plataforma de lançamento e amplificação de artistas.
Com o sucesso consolidado, a repercussão extrapolou o confinamento. Cris Mota, que na época atuava como funkeira, chegou a tentar regravar a música, iniciativa que não avançou. Kelly Key não autorizou a regravação, e o episódio gerou um desgaste entre as duas.
Anos depois, a própria ex-BBB comentou o episódio com ironia. “Não ganhei nem um tapinha nas costas”, disse Cris, em tom bem-humorado, ao relembrar a situação.
Mais de duas décadas depois, o retorno simbólico de Kelly Key ao palco do BBB reforça como o reality, desde a sua primeira edição, se consolidou como uma engrenagem central da cultura pop brasileira, capaz de transformar músicas, artistas e histórias pessoais em fenômenos nacionais.