Jornalista está sob cuidados médicos intensivos na Beneficência Portuguesa após apresentar queda severa de plaquetas associada a processo inflamatório.
Ana Beatriz Publicado em 19/03/2026, às 18h55
O jornalista Felipeh Campos, de 52 anos, foi internado em um hospital da capital paulista após apresentar um quadro clínico considerado grave, com queda acentuada de plaquetas associada a um processo inflamatório, exigindo acompanhamento médico intensivo. A internação ocorreu na Beneficência Portuguesa de São Paulo, um dos principais complexos hospitalares do país.
De acordo com informações médicas, o comunicador está sendo acompanhado por uma equipe coordenada pelo médico Marcelo Sampaio, permanecendo sob observação contínua. Apesar da gravidade inicial do quadro, o estado de saúde é considerado estável no momento, ainda que exija monitoramento constante dos indicadores clínicos.
A internação foi necessária após o jornalista apresentar sintomas compatíveis com um quadro severo, que pode incluir complicações hematológicas, como a redução significativa das plaquetas — condição que aumenta o risco de sangramentos e exige cuidados hospitalares rigorosos. Em casos semelhantes, o tratamento costuma envolver hidratação intensiva, exames frequentes e vigilância constante da evolução clínica.
Até o momento, não há previsão de alta hospitalar, e novas atualizações sobre o estado de saúde devem ser divulgadas conforme a resposta ao tratamento.
Conhecido por sua atuação na cobertura de celebridades e entretenimento na televisão brasileira, Felipeh Campos vinha mantendo presença ativa na mídia e nas redes sociais. Sua internação gerou repercussão entre fãs e colegas do meio artístico, que acompanham a evolução do quadro clínico.
Entenda o quadro clínico
A queda de plaquetas, quando associada a processos inflamatórios ou infecciosos, é considerada um sinal de alerta importante. Níveis muito baixos dessas células podem comprometer a coagulação do sangue e levar a complicações mais graves, motivo pelo qual a internação é recomendada em casos críticos.
Especialistas destacam que o acompanhamento médico contínuo é essencial nesses cenários, especialmente nas primeiras fases do tratamento, quando há maior risco de instabilidade.
Situação atual