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Estrela de The Boys revela diagnóstico chocante: “Luz diminuindo”

A atriz Erin Moriarty, conhecida por seu papel na série, compartilha sua experiência com a Doença de Graves e a importância do diagnóstico precoce

Erin Moriarty dá vida à heroína Starlight na série The Boys - Imagem: Reprodução / Instagram / @erinelairmoriarty

William Oliveira Publicado em 16/06/2025, às 13h31

A atriz Erin Moriarty, amplamente reconhecida por seu papel como Starlight (Luz Estrela) na série The Boys, fez uma revelação comovente que lançou luz sobre uma luta silenciosa: foi diagnosticada com a Doença de Graves, um distúrbio autoimune que afeta a glândula tireoide.

Em uma série de publicações emocionadas nas redes sociais, a atriz de 30 anos compartilhou sua experiência pessoal com a condição, relatando os efeitos físicos e mentais que enfrentou, além de ressaltar a importância do diagnóstico precoce.

“Doenças autoimunes se manifestam de forma diferente em cada pessoa. Sua experiência será diferente da minha. Minha experiência será diferente da sua. Talvez muito, talvez um pouco”, declarou Moriarty, destacando a complexidade e a sutileza dos sintomas.

A Doença de Graves é caracterizada por uma reação equivocada do sistema imunológico, que passa a atacar a tireoide, levando ao hipertireoidismo — a produção excessiva de hormônios tireoidianos.

Segundo a Clínica Mayo, os sintomas podem incluir perda de peso repentina, ansiedade, fadiga intensa, tremores, alterações no ritmo cardíaco e complicações oculares. É uma condição mais comum entre mulheres, influenciada por fatores genéticos e ambientais.

Erin Moriarty revelou que, por meses, ignorou os sinais do corpo, atribuindo-os ao estresse cotidiano. “Não conseguia passar cinco segundos me sentindo normal. Não sabia por quanto tempo mais conseguiria continuar vivendo naquele estado”, confidenciou em uma mensagem à mãe, pouco antes do diagnóstico.

O diagnóstico da Doença de Graves é realizado por meio de exames laboratoriais que evidenciam níveis baixos do TSH (hormônio estimulador da tireoide) e altos níveis de T4 livre (tiroxina livre).

O tratamento pode envolver medicação antitireoidiana, iodo radioativo ou, em alguns casos, a remoção cirúrgica da glândula, com reposição hormonal contínua. A abordagem depende da gravidade dos sintomas e da resposta individual ao tratamento, conforme indicado pela Rede D'Or São Luiz.

“Já sinto uma diferença enorme. Meu pensamento principal (até agora): 'Caramba, é assim que eu deveria me sentir? Eu estava perdendo!”, descreveu a transformação proporcionada pelo início do tratamento.

Ao final de seu relato, Moriarty fez um apelo sensível e necessário: “Se a sua luz estiver diminuindo, mesmo que só um pouco, vá a um check-up. Não 'engula' e transcenda o sofrimento; você merece conforto. A situação já é difícil o suficiente”.

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