Revelação inesperada envolvendo o nome conhecido da televisão deixou a atriz em choque e provocou alerta nas redes
Manoela Cardozo Publicado em 05/03/2026, às 17h24
A atriz Giullia Buscacio usou as redes sociais para comentar a prisão do ator José Dumont, detido no Rio de Janeiro após condenação definitiva por estupro de vulnerável. O caso voltou a ganhar repercussão após a execução da pena determinada pela Justiça.
Segundo decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o artista foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão. Aos 75 anos, ele foi encaminhado a uma delegacia especializada para o cumprimento das formalidades legais relacionadas à prisão.
Giullia e Dumont trabalharam juntos na novela Velho Chico, exibida em 2016. Ao se deparar novamente com o caso, que começou a ser investigado em 2022, a atriz disse ter ficado profundamente abalada ao lembrar que já dividiu cenas com o ator.
“Hoje me deparei com a notícia de que um ator com quem eu já trabalhei, chamado José Dumont, foi condenado por abuso sexual infantil”, declarou em um vídeo publicado para os seguidores.
A atriz contou que a notícia foi difícil de assimilar, especialmente porque nutria admiração profissional pelo colega na época em que contracenaram. “Eu fui surpreendida, porque eu nunca imaginei que uma pessoa que trabalhasse comigo e que eu admirava tanto fosse capaz de uma atitude tão nojenta quanto essa.”
De acordo com o processo, o crime ocorreu quando o ator levou um menino de 11 anos para o apartamento onde morava. O caso passou pela Justiça e teve sentença confirmada até o trânsito em julgado, o que resultou na prisão agora executada.
No mesmo pronunciamento, Giullia aproveitou o momento para fazer um alerta sobre a importância de proteger crianças e adolescentes. A atriz afirmou que situações como essa muitas vezes não seguem um padrão visível e podem acontecer em contextos inesperados.
“Achei válido falar com vocês para lembrar que esse tipo de pessoa não tem cara, não tem profissão, não tem cor nem gênero. Eu queria lembrar que não há um padrão e que, muitas vezes, está mais perto do que a gente imagina”, concluiu.