A advogada Jordane Mota compartilhou a situação em seu próprio perfil nas redes sociais
Manoela Cardozo Publicado em 08/01/2025, às 12h10
O policial militar Lucas Bandeira e a advogada Jordane Mota se tornaram tema de grande repercussão nas redes sociais após a divulgação de uma suposta traição. Jordane expôs a situação em seu perfil pessoal, alegando que seu ex-companheiro, lotado na PM de Anápolis, mantinha um caso com o gerente de uma conhecida pousada em Pirenópolis. Segundo ela, Lucas recebia presentes e dinheiro em troca de "favores" sexuais.
De acordo com Jordane, as informações sobre a infidelidade chegaram até ela por meio de um detetive particular contratado por um dentista de Pirenópolis, que também se relacionava com o gerente da pousada. O profissional descobriu o envolvimento entre Lucas e o gerente, que é casado e tem filhos, e compartilhou o resultado das investigações com a advogada. O material incluía mais de 75 fotos, oito vídeos e mensagens em que Lucas fazia insinuações sexuais, como a frase: “ninguém chupa como eu”. Apesar das evidências, o policial negou as acusações, alegando ser vítima de mentiras e montagens.
Jordane não poupou detalhes ao expor o caso em suas redes sociais, mas enfrentou críticas pela decisão. Muitos internautas questionaram a exposição pública de um assunto tão íntimo. “Você está se fazendo por conta de mídia, ou é só dor de cotovelo por ser trocada por um homem?”, comentou uma seguidora. Outros criticaram a advogada por expor a profissão do ex-companheiro, classificando a atitude como desnecessária.
Em sua defesa, Jordane afirmou que não teme processos judiciais decorrentes da exposição e justificou sua atitude. “O que é danos morais perto do que ele fez comigo?”, rebateu. Apesar das críticas, a advogada recebeu mensagens de apoio. “Parabéns pela coragem e pelo posicionamento, você merece muito melhor”, declarou uma seguidora. Outra destacou: “Que muitas mulheres se sintam encorajadas a sair de relacionamentos tóxicos como o que você vivia”.