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Águas Subterrâneas do interior paulista apresentaram qualidade Regular segundo Cetesb

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Águas Subterrâneas do interior paulista apresentaram qualidade Regular segundo Cetesb

A CETESB está lançando um novo boletim, anual, relativo à qualidade das águas subterrâneas no Estado de São Paulo. Os relatórios de periodicidade trienal, continuarão a ser editados, com análises mais aprofundadas. Do monitoramento semestral realizado pela agência ambiental paulista em 2017, abrangendo 313 pontos, registrou-se Qualidade Regular, com um Indicador de Potabilidade das Águas Subterrâneas (IPAS) de 66,5%, praticamente o mesmo do ano de 2016, que foi de 64,7%.

O intuito do lançamento do boletim anual foi divulgar à população, de forma mais rápida, os resultados anuais das análises de qualidade das águas subterrâneas. Neste primeiro documento, os dados foram sintetizados por meio do IPAS e da evolução do Nitrato, parâmetro prioritário na avaliação da qualidade da água.

O IPAS é definido a partir do percentual de amostras de água bruta, que fazem parte da rede de monitoramento da CETESB, que se mostram em conformidade com os padrões de potabilidade definidos pelo Ministério da Saúde. Dessa forma, o indicador apresenta de forma genérica a qualidade das águas brutas captadas em poços tubulares e utilizadas principalmente para o abastecimento público.

Os resultados verificados em 2017 e 2016 foram inferiores aos de 2015 (77,5%, representando Qualidade Boa), em decorrência, principalmente, do aumento de amostras desconformes, devido à presença de coliformes totais. Esse resultado pode indicar a necessidade de maiores cuidados sanitários na área de captação do poço.

A presença dos coliformes totais não se estende pelo aquífero, uma vez que esse parâmetro possui tempo de vida relativamente curto em água.

Ressalta-se ainda que as águas distribuídas pelo sistema público de abastecimento de água são cloradas e eliminam a presença dos coliformes e outros patógenos, assegurando qualidade apropriada para o consumo humano.

Destaca-se, ainda, em 2017, a ampliação da Rede Integrada de Avaliação da Qualidade e Quantidade, que passou de 28 para 38 pontos de monitoramento, incluindo o Aquífero Guarani.

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