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Esportes

Abel elogia atuação do Palmeiras, questiona VAR e diz: “Temos obrigação de impor nosso jogo”

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Abel elogia atuação do Palmeiras, questiona VAR e diz: "Temos obrigação de impor nosso jogo"

Treinador se diz satisfeito com a equipe e vê gol legal anulado contra o Ceará

 

O Palmeiras venceu o Ceará por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, em Fortaleza, pelo Brasileirão. E a atuação do time agradou ao técnico Abel Ferreira.

Após a partida, o treinador fez elogios ao desempenho do Verdão e se mostrou satisfeito com o resultado.

– Agradou que o Palmeiras tenha ganho aqui 24 anos depois procurando jogar bem, ser equilibrado, não abdicar daquilo que meus jogadores sabem fazer, que é jogar futebol, não abdicar da bola quando o adversário não é melhor, ter coragem para jogar e arriscar – analisou.

Abel Ferreira em Ceará x Palmeiras — Foto: Kely Pereira/AGIF

Abel Ferreira em Ceará x Palmeiras — Foto: Kely Pereira/AGIF

– Independentemente dos jogos passados ou futuros, o jogo pertence aos jogadores. Os treinadores criam organização, mas quem joga, quem são os protagonistas são os jogadores. Nós somos uma equipe equilibrada, gostamos de defender e atacar bem, mas não sou um mágico. Quando temos o elenco todo disponível somos uma equipe muito forte, altamente competitiva – declarou.

Abel Ferreira também elogiou a atitude do Palmeiras que, na visão dele, deve se impor contra times mais fracos.

– Volto a dizer, o jogo pertence aos jogadores. O treinador dá coordenadas, mas o jogo pertence aos jogadores. E eu peço desde que cheguei que tenham coragem. Quando nosso adversário for do mesmo nível ou mais fraco, temos a obrigação de impor nosso jogo. O jogador tem que usar o GPS que está dentro da cabeça deles, cada um deles tem um jogo dentro da cabeça. E é isso que eu quero, que assumam como fizeram hoje.

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O treinador reclamou da anulação do gol de Gabriel Veron nos minutos finais e questionou as linhas usadas pelo VAR.

– Sofremos um gol que não devíamos, mas tivemos força mental para continuar focados e até fazer o gol. E no meu ponto de vista o gol foi legal. Quero fazer duas perguntas. Por que em determinados jogos há linhas e em outros não há? E quando a imagem para, é quando o Scarpa toca na bola ou quando sai do pé dele? Queria esclarecer isso. Para mim, o gol é legal – falou.

Com o resultado, o Palmeiras subiu para a terceira posição no Brasileirão, com 46 pontos (mesmo número do Flamengo, que tem três jogos a menos). O Verdão volta a campo na próxima segunda-feira para enfrentar o Sport, às 21h30 (de Brasília), no Allianz Parque.

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Confira outras respostas de Abel Ferreira na coletiva:

Formação pensando na final?

 

– Quem está atento desde que eu cheguei ao Palmeiras sabe que eu gosto de fazer a saída com três, seja com zagueiros, pela lateral, volante entrando no meio, foi assim que eu cresci. Eu vim de fora, vim da Europa e tenho minha ideia. Algumas vezes vai bem, outras não. Volto a repetir, o jogo ainda pertence aos jogadores, não aos treinadores.

– Eu não quero que me façam essas perguntas, não quero saber da final. Quero que meus jogadores lutem para ganhar cada jogo, seja com quem for. Sei que daqui uns dias vou perder meus internacionais de novo. E eu quero saber como é possível contratar os melhores jogadores, pagar os salários e ficar sem eles por metade do Brasileirão. Eu não consigo entender. Depois perguntam porque não ganham ali, aqui, mas há jogadores que influenciam a dinâmica coletiva do time. Quando estão, é uma coisa, quando não estão, é outra. E só não percebe isso quem é mal-intencionado.

Importância dos desarmes

 

– O jogador brasileiro só joga 50%, só na parte ofensiva, só quer bola. Mas o jogo é 50% atacar e 50% defender. Os times brasileiros são muito competitivos, têm muita qualidade. O Palmeiras não ganhava aqui há 24 anos, o Ceará só perdeu uma em casa no Brasileiro, então foi um jogo onde fomos inteligentes. Soubemos ter a bola, não abdicamos dela. Mas como qualquer profissão, há dias que as coisas acontecem melhor, outros não. Volto a dizer, o treinador dá as coordenadas, mas quem executa são os jogadores. A pergunta que eu fiz para eles foi o motivo de terem escolhido serem jogadores de futebol. Há um motivo, aquela coisa redondinha que todos gostam.

Diferenças entre Scarpa e Raphael Veiga

 

– Posso definir os dois de duas maneiras. O Veiga é mais robusto, mais equilibrado, tanto para atacar como para defender. E o Scarpa sabe disse, eu já disse para ele. Esse é o desafio que os dois têm, os 50% com bola e os 50% sem bola. Ser agressivo para marcar. Quando juntam as duas, é um jogador completo. E o que queremos é ter dois jogadores completos para cada posição. São dois grandes jogadores. Eu volto a repetir, eles são os protagonistas.

Boa atuação dos reservas

 

– Volto a repetir. O jogo é dos jogadores. Uma coisa é ser treinador e outro comentarista. Falando em comentarista, queria dar o parabéns para o Pedrinho. Isso é fazer jornalismo esportivo. Um dos meus auxiliares me fez chegar nesse vídeo. Parabéns, top. Jogamos contra o Cuiabá, e eu desafio você para ver o que a equipe do Palmeiras fez, mesmo perdendo esse jogo em casa. Para fechar a pergunta. É igual. Minha intenção quando eu escolho o time titular é que ele vá bem no jogo, e os que entram é a mesma coisa. Quem sai, respeita quem entra. Todos somos um, na vitória ou na derrota. No futebol só há um caminho, que é ganhar, e para isso é preciso trabalhar.

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Globo Esporte

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