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Brasil se torna referência internacional

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Brasil se torna referência internacional

Brasil se torna referência internacional para grupos conservadores

Enquanto Brasil e Alemanha subiam a campo no último dia 22 (quinta-feira) para se enfrentar na partida de abertura do futebol masculino nas Olimpíadas de Tóquio, bem longe dali, do outro lado do mundo, em Brasília, um outro encontro importante para o futuro de ambos os países realizava-se entre brasileiros e alemães.

Em vez de futebol, política. Em vez de adversários, brasileiros e alemães aliados por uma bandeira comum — o conservadorismo e a defesa da vida, da família e da liberdade. Em vez da abertura de uma competição, a abertura de uma cooperação.

Pelos alemães, a parlamentar conservadora alemã Beatrix von Storch, vice-líder do partido Alternativa para a Alemanha (AfD, na sigla em alemão), e seu marido Sven von Storch, ativista militante por causas cristãs e conservadoras ao redor do mundo.

Pelos brasileiros, os deputados federais Eduardo Bolsonaro (PSL – SP) e Bia Kicis (PSL-DF), e o deputado estadual paulista Gil Diniz (sem partido). A pedido deste, também o presidente Jair Bolsonaro recebeu os alemães no Palácio do Planalto para uma breve saudação.

Sem dúvida alguma, um encontro do lado direito do campo.

Beatrix von Storch descende da nobreza alemã. É a filha mais velha do Duque Huno de Oldenburg e da Condessa Felicitas-Anita “Fenita” Schwerin von Krosigk. Seu pai é o filho mais novo de Nikolaus, grão-duque hereditário de Oldenburg (1897–1970), antigo chefe da antiga família governante de Oldenburg que perdeu seu trono em 1918. Beatrix formou-se em direito na tradicional universidade de Heidelberg e desde cedo ingressou na vida política, tendo sido membro da Sociedade Friedrich von Hayek e participado da fundação da AfD.

A AfD foi fundada em 2013 como uma alternativa à direita do tradicional CDU (União Democrata-Cristã), que na era Angela Merkel sofreu uma forte guinada à esquerda. Tem em sua composição economistas, jornalistas e líderes empresariais e teve como sua principal bandeira inicial a oposição à política do governo Merkel de resgate dos países mais pobres da União Europeia para salvar o Euro. Na política defende a restauração do poder popular nacional em detrimento ao que chamam de governo lobista de Bruxelas (sede do parlamento comum europeu), e exige o fim à política de imigração desenfreada estimulada pelo governo de Angela Merkel. Na cultura, o programa do partido é a proteção da família tradicional como base da sociedade e a preservação da cultura e identidade nacional alemã contra o assalto do multiculturalismo. O partido, apenas oito anos depois de sua fundação, já é a terceira maior força política da Alemanha, detendo a terceira maior bancada do Bundestag (o parlamento alemão).

Em suma, a AfD é um partido criado e voltado para uma missão: combater o globalismo na Alemanha. E por causa desse propósito vem obtendo crescente sucesso eleitoral. Isto torna apenas natural sua aproximação com a direita brasileira, também fundamentalmente antiglobalista e cuja ascensão até a vitória nas eleições brasileiras de 2018 foi igualmente impressionante.

Mas o encontro em Brasília não foi simples confraternização de amigos. A finalidade, de acordo com seu articulador, o deputado Gil Diniz, é promover a cooperação política entre os conservadores alemães e a direita brasileira, que possuem ao menos três grandes semelhanças que, no entender do deputado, tornam a aproximação natural: os valores e a pauta política conservadora, o apoio popular e a marginalização pela elite política tradicional dos respectivos países.

Diniz afirma que Beatrix e seu marido já conheciam a obra de grandes figuras do conservadorismo brasileiro, como a do Professor Olavo de Carvalho e do Dr. Plinio Correa de Oliveira e que foi a deputada alemã quem solicitou o encontro, alegando que o Brasil havia se tornado a principal referência conservadora no mundo e que, por este motivo, ela gostaria de entender melhor a realidade brasileira.

A intenção de aproximar e articular o movimento conservador brasileiro com partidos e movimentos conservadores do mundo afora não é nova. Dela resultou a realização em 2019, em São Paulo, da primeira edição do CPAC Brasil, versão brasileira, idealizada e organizada pelo deputado Eduardo Bolsonaro, da tradicional conferência anual direitista americana, que conta com a participação de políticos, intelectuais e celebridades conservadores do país e atrai dezenas de milhares de apoiadores.  Na ocasião, o evento em São Paulo contou com a participação de figuras proeminentes do conservadorismo americano, como o senador de Utah, Mike Lee.

“Os conservadores estão se organizando cada vez mais pelo mundo e logo mais colheremos o fruto desse trabalho”, comentou o deputado Gil Diniz em suas redes sociais sobre o encontro em Brasília.

Se o deputado estiver certo, os frutos da aliança devem ser colhidos no domínio da luta contra a censura praticada pelas big techs; do enfrentamento ao radicalismo ambiental e seu impacto econômico, e da luta em defesa da vida e da família, temas estes constantes na ordem do dia da reunião.

Mas como duas equipes que se juntam para fortalecer-se mutuamente, não poderiam deixar de atrair a atenção dos adversários, entre os quais um velho conhecido aos conservadores de ambos os países: a grande imprensa.

A mídia alemã, encabeçada pela rede DW, de linha editorial esquerdista ao modo da grande mídia brasileira, acusa a AfD desde sua fundação de ser um partido “extremista de direita” e até mesmo “neonazista”.  As acusações se dirigem especialmente a Beatrix von Storch, neta de um Ministro das Finanças durante o governo de Adolf Hitler, fato que a imprensa usa para associar a parlamentar conservadora ao nazismo.

“Em 1945, o partido nazista tinha 8,5 milhões de filiados civis e o exército nazista mais de 13 milhões de combatentes. Pelo critério fraudulento da grande mídia, os descendentes de todas essas pessoas seriam igualmente nazistas”, replica Gil Diniz à tática da imprensa de acusar Beatrix von Storch de nazista em razão de sua ascendência.

O expediente foi copiado pelo establishment de mídia brasileiro, que mantém uma relação simbiótica com a grande imprensa internacional. Ao reportar o encontro entre a líder da AfD e os congressistas brasileiros, veículos como UOL ou Metrópoles fizeram questão de reproduzir os rótulos de “ultradireitista” e “extremista” e de associar von Storch e seu partido ao nazismo.

“O truque [de associar von Storch ao nazismo] é ainda mais sujo porque, por suas crenças e valores, o mais certo é que ela, se vivesse à época, acabaria aprisionada em algum campo de concentração”, afirma o deputado, referindo-se à perseguição nazista contra os cristãos. “Um dos maiores inimigos de Hitler foi um católico conservador, Dietrich Von Hildebrand, que encabeçava a lista de pessoas a serem presas quando da anexação da Áustria pelos Nazistas”.

De fato, Beatrix von Storch, além de cristã, conservadora, antirrevolucionária e antiestatista, é defensora incondicional do estado de Israel e do povo judeu. Ela ocupa o cargo de vice-comissária de combate ao antissemitismo do grupo parlamentar da AfD e liderou um movimento dentro do Bundestag para criminalizar na Alemanha o Hezbollah, grupo terrorista que prega a destruição de israel. Aliás, a defesa de Israel é mais uma pauta de alinhamento com seus novos aliados brasileiros (e mais um motivo para a grande mídia internacional, anti-Israel, odiá-los).

Ao fim do encontro, conservadores brasileiros e alemães comprometeram-se a estreitar a nova relação, promovendo um intercâmbio contínuo de ideias e experiências visando ao apoio mútuo no embate político em seus respectivos países.

Assim posicionados em campo, o novo time enfrentará o ataque de adversários poderosos . A elite política dos respectivos países, a grande mídia internacional, o movimento globalista, na defesa dos valores tradicionais da civilização ocidental.

 

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Fonte: Colunista – Deputado Estadual Gil Diniz.

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