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Diário do Pet

Animais não são descartáveis!

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Animais não são descartáveis!

O resultado das adoções irresponsáveis feitas durante o lockdown é preocupante.

É muito comum dizermos “animais de rua”, mas esses animais que vivem ao relento, em sua maioria, não nasceram na rua: foram abandonados. Um dia esses bichinhos já souberam o que é ter um lar quentinho. Acontece que, como muitos não são castrados, a procriação incontida aumenta consideravelmente sua população.

Com o início da quarentena no ano passado, houve crescimento expressivo no número de adoções, devido à necessidade das pessoas por companhia para o confinamento solitário. Porém, se esqueceram que possuir um bichinho em casa demanda tempo e dinheiro. Tudo deve ser contabilizado: castrações, vacinas e custos em geral com veterinário são gastos consideráveis.

Chama a atenção a preferência por filhotes, mas os adotantes esquecem que estão literalmente adotando bebês! Até os dois anos, ainda na fase de aprendizado, se são deixados sozinhos por muito tempo, a chance de estragarem objetos, móveis, fios e tudo mais que estiver ao alcance é grande. A energia para gastar é alta, exigindo distrações. Os dentinhos afiados, por sua vez, requerem atenção para as brincadeiras de morder, que demonstram suas personalidades. Com a pouca idade, ainda não conseguimos precisar exatamente qual será o porte. Também é necessário ensina-los a fazer as necessidades no lugar correto, a educação e treinamento que recebem nessa fase são muito importantes.

Precisam ser educados com paciência. Por isso, sempre aconselhamos que, caso o adotante tenha restrição quanto ao tamanho, espaço e tempo, adote um animal já adulto, só optando por um filhote caso realmente tenha tempo e paciência para educá-lo. Mas, ainda assim, algumas pessoas não consideram todo o envolvido e adotam porque são bonitinhos e porque querem companhia, e quando se deparam com essa realidade acabam devolvendo o animal, ou simplesmente o jogam na rua.

Nesse momento, nos deparamos com um número alarmante de abandonos! Seja porque não pensaram antes de adotar, pela perda de emprego devido à pandemia, que trouxe restrições financeiras para o sustento dos bichinhos, pela mudança para lugares menores, ou mesmo pelo simples fato de terem crescido mais do que os adotantes gostariam. São inúmeras as razões, por isso chegamos ao caos da situação atual. Isso sem contar com os números crescentes de maus tratos!

Os animais têm sentimentos, eles não sofrem menos que os seres humanos, também sentem fome, frio e reagem a estímulos dolorosos! Até quando veremos animais vítimas da maldade humana? Muitos sofrem e pagam um preço alto, com a própria vida.

Adotar um animalzinho é assumir um compromisso, não é como pegar um brinquedo e quando cansar de brincar jogá-lo fora. É a responsabilidade de um amor para a vida toda. Se você não está disposto a ter um amor incondicional, assumindo, com isso, a responsabilidade até o final da vida do bichinho, é melhor que não adote. Se não deseja o compromisso, existem outras formas de ajudar, como doar ração, remédios, dinheiro para ONGs e até mesmo apadrinhar um animalzinho. Mas não entre para a estatística de pessoas desumanas que abandonam aqueles que só têm amor para oferecer! Os animais precisam e dependem de nós, inexistindo para eles projeto social nacional, sistema único de saúde, conselho tutelar, nem aposentadoria. Se não formos suas vozes, eles não têm mais a quem recorrer, apenas aceitar seus tristes destinos.

 

 

Por @amorquenaosemede_sp

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